Almoçamos uma massa ali - afinal, estávamos na Itália - e seguimos para Santa Margherita Ligure, onde embarcamos em um barco que nos levou até Portofino, um lugarejo com várias "lojinhas" de grife, como Salvatore Ferragano, Gucci e Louis Vuitton, e cujos "camelôs" cobram praticamente o mesmo que as lojas de grife. Muito bonito o lugar, vale a visita, mas tudo ali também é muito caro. O sorvete, por exemplo, tem preço mais alto para os turistas do que para os moradores. Ah! E não faltou a carranca e a grossura tradicional dos italianos durante o atendimento.
Depois de aproximadamente 1 hora e meia, retornamos à Santa Margherita, onde nos hospedamos no Hotel Imperiale. Disseram-nos que era o melhor hotel da viagem, ainda mais bonito que o Copacabana Palace. Não é verdade e seria uma injustiça para com o Copacabana Palace. O banheiro realmente é ótimo, mas o ar decadente é revelado nas paredes sujas, nos mostradores dos elevadores arranhados e nos espelhos velhos e sem aço dos corredores. O ar condicionado não funcionava direito e o nosso quarto era um ovo: um quarto triplo com móveis amontoados e com a cama extra encostada aos pés da cama de casal. Ou seja, você dorme nos pés dos outros. Nem em albergue é assim. Por outro lado, outro casal, que estava na mesma excursão que a nossa, ficou em um quarto tão grande que tinha até sala de estar, com mesa de centro, sofá e poltronas. Para um hotel de sua categoria, isto é imperdoável. Fica claro que não há planejamento ou estrutura para receber um grupo. Além disso, a Internet custa 18 euros o dia (de meia-noite à meia-noite seguinte). Um absurdo, principalmente quando outros hotéis de categoria muito inferior não cobram nada por este serviço. Resultado: nada de Internet neste dia.
Ainda deu tempo de passear pelo jardim do hotel e de dar um mergulho na piscina natural do hotel - uma extensão do Mar Mediterrâneo - antes que ela tivesse o acesso fechado. À noite, lanchamos no quarto de um casal amigo que também estava na excursão.
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