sábado, 21 de maio de 2011

As Três Torres

San Marino é um país-ilha, rodeado de Itália por todos os lados, e está localizado nas montanhas apeninas, no nordeste da Itália, próximo ao porto de Rimini (Itália), no Mar Adriático. Com cerca de 61 quilômetros quadrados, é um dos micro-estados europeus e mais conhecido por nós brasileiros por conta do Grande Prêmio de San Marino de F1. Curiosamente, o GP não é realizado dentro de San Marino, mas em Imola, uma cidade italiana a 100 km do micro-estado.

Primeira Torre
Primeira Torre
O país também é zona franca, e outra grande fonte de renda é o turismo. Aliás, a impressão que temos ao ver as inúmeras lojinhas da área histórica é que San Marino é o Paraguai dos europeus. A quantidade de imitações que vemos por todos os cantos é impressionante. Mas o que nos encantou mesmo foram as três torres, ou melhor, a trilha de acesso e as panorâmicas que encontramos pelo caminho. Embora de acesso relativamente fácil, é muita subida. Mas a paisagem compensa.

Segunda Torre
Segunda Torre
Ficamos no Grand Hotel San Marino, logo antes da entrada do centro histórico. Pela manhã, o city-tour à pé nos levou pelas ruelas da cidade antiga até a primeira torre, com muitas interrupções e distrações pelo caminho, já que as muitas lojinhas chamavam a atenção de pessoas do grupo. A guia que nos acompanhou era uma figura... além de parecer um personagem de South Park, parecia ter saído do Pólo Norte para nos encontrar ali. Depois soubemos que ela estava doente.

Terceira Torre
Terceira Torre
Na primeira torre, o city-tour terminou e ficamos livres para explorar San Marino. Continuamos o passeio em direção às outras 2 torres, percorrendo a trilha cheia de belvederes - e parando em todos eles para apreciar a vista. Na volta, além de passear pelas ruas e ver as inúmeras lojinhas - muitas com artigos grosseiramente falsificados -, ainda apreciamos uma feira/exposição de flores que estava ocorrendo ali.

Mercado de Flores
Mercado de Flores
À tarde, parte do grupo pegou um ônibus ali pertinho ao hotel, na entrada da cidade histórica - o ingresso era comprado no hotel, por 4 euros, e permitindo várias paradas - e seguiu para os shoppings, localizados na parte mais baixa do país. Não fui. Preferi descansar, aproveitar a hidromassagem no terraço do hotel e arrumar a mala.

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