Partimos para lá logo cedo, para pegar o primeiro ferry do dia. Chegando à Gozo, fizemos uma breve parada para fotos na Baía de Xhendi, um local com água cristalina e uma pequena praia. Ficamos com inveja dos frequentadores do local. Dali seguimos para a bela Janela Azul, em Dwejra. Este gigantesco arco talhado na rocha, que já possui sinais de desmoronamento e deve deixar de existir em breve sob a ação da erosão, é o principal cartão postal desta ilha. Além de fotografar o postal, também ingressei em um passeio de barco que começa em uma pequena piscina natural e que possui ligação com o mar através de uma caverna. Lá do outro lado, avistamos a Janela Azul de outro ângulo. Para quem não tem nenhum problema com enjôo, vale a pena fazer o passeio de barco, que custa apenas 3,50 euros e dá outra dimensão ao postal. Do barco, é possível ver os corais cor de vinho e uma formação rochosa semelhante a um crocodilo.
Dali, seguimos para o almoço no restaurante Tá Rikardu, localizado na entrada da Cidadela em Victoria, que visitamos logo após a refeição, composta por ravioli de ricota de cabra com espinafre com molho ao sugo, seguido por uma salada de queijos de cabra temperados, tomate cereja fresco, tomate-seco super-salgado, azeitonas, cebola e alcaparras. De sobremesa, doces típicos da região: uma espécie de paçoca de amêndoas e biscoito recheado por doce de tâmaras. O vinho, desta vez, era um cabernet sauvignon maltês.
Saindo da Cidadela de Victoria, fomos conhecer o Templo de Ggantja, construção considerada uma das mais antiga do mundo, mais antigas ainda que as pedras de Stonehenge, conforme análises com teste de carbono.
Por último, antes de pegar o ferry de volta à Ilha de Malta, fomos conferir a caverna de Calipso, onde Ulissys ficou prisioneiro da ninfa Calipso por 7 anos, segundo a "Odisseia" de Homero. A entrada da caverna, que mais parece um poço, estava interditada, muito provavelmente para evitar os muitos acidentes que ocorrem ali por conta dos degraus escorregadios da descida à caverna. Mas o principal neste última atração não era tanto a caverna, mas sim o mirante com vista para a bela Praia Vermelha, a maior de Gozo.
De volta ao hotel, aproveitei um pouco a piscina externa e com borda infinita e a piscina coberta aquecida.
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