Com o belo dia e a paisagem deslumbrante, continuamos tirando fotos e mais fotos. Fizemos uma parada rápida em Voss.
Pegamos apenas um pouco de cerração na estrada, mas o tempo estava bem firme.
Chegamos a Bergen, a capital dos fiordes noruegueses e que já foi capital da Noruega por 600 anos, por volta do meio-dia. Após um tempo livre para almoço, tivemos o city tour às 14hs.
Fiquei com a impressão de que Bergen guarda algumas semelhanças com o Rio de Janeiro. A cidade está entre o mar e a montanha, o solo de Bergen é duro como o do Rio, ambos de granito. A gasolina em Bergen é caríssima, embora a Noruega seja rica em petróleo: outra semelhança com o Rio...
Sinceramente, o citytour em Bergen poderia ser reduzido pela metade, sem prejuízo. Muitos dos lugares por onde passamos não tinha relevância alguma e apenas queimou um precioso tempo de sol e céu limpo, coisa raríssima nessa cidade que, devido às correntes marítimas quentes do Golfo do México, está entre as que mais chovem no mundo.
O guia local, um português de Lisboa, ainda falava com um sotaque carregado, e muita gente da excursão reclamou que não entendia o que ele dizia. Particularmente, eu não tive problema com ele...
Em uma das paradas do citytour, passeamos pelas primeiras casas da região. Outra parada foi para ver uma igreja cristã de madeira, a Fantoft Stavkirke. Construída por volta de 1150 em um vilarejo próximo ao Sognefjord, a igreja foi destruída em 1997 em um incêndio premeditado, e reconstruída no local atual em 1997, com acesso através de um bosque.
Após o citytour, subimos no Funicular Floibanen, que nos levou até o topo do Floyen (320 metros acima do nível do mar), onde se tem uma bela vista de toda a cidade. O acesso ao funicular (80 kronos por pessoa para ida e volta) está localizado bem no centro da cidade e a subida até o topo leva em torno de 10 min, com algumas paradas no caminho (acho que tem um direto, mas o que pegamos fazia paradas).
Infelizmente, chegamos lá no alto já de tardinha, e o dia já não estava tãaaaooo bonito quanto antes. O tempo não estava ruim, mas com uma névoa no céu, que prejudicava um pouco a visibilidade.
Durante o horário do almoço e após o Funicular, deu para conhecermos de perto as casinhas coloridas e com inclinação para um ou para o outro lado e o mercado de peixes (o a céu aberto e o coberto). No mercado coberto, tinha um português simpático que mostrou os diversos tipos de peixe para a minha mãe.
Chegamos de volta ao hotel lá pelas 20 hs, depois de tirarmos algumas fotos noturnas.
Assim que eu arrumar um tempinho para selecionar as fotos e fazer o upload delas, eu edito o post para incluí-las...
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