Aliás, vale uma observação aqui: eu costumo fazer uma pesquisa sobre o local para onde viajo antes mesmo da viagem. Infelizmente, isto não foi possível desta vez, já que eu estava enrolada com as monografias do mestrado. Para piorar ainda mais, o leste europeu é conhecido pelos difíceis idiomas eslavos, onde as palavras tem mais consoantes do que vogais. Aliás, hoje a guia de Praga exemplificou muito bem isso: ela falou uma frase que não contém uma única vogal! Isso mesmo: uma frase! O nome das ruas, dos lugares, dos pontos turísticos, de tudo afinal, é simplesmente incompreensível, ou seja, muito provavelmente vou ter que descobrir o nome de diversos lugares por onde passamos pelas fotos.
Voltando ao dia 15, depois do passeio pelo bosque próximo ao castelo, fomos até uma antiga mina, onde fica a gruta de Seegrotte, por onde corre um rio subterrâneo. Este passeio é bem interessante e pode ser feito independente do tempo. A temperatura no interior da mina e grutas é constante, em 9C. Para aqueles com frio, é possível alugar mantas na entrada da atração. Dentro, a iluminação do rio e do barquinho estilizado dão um charme todo especial. Logo após saírmos da gruta, saboreamos um apfelstrudel no café ali da entrada.
Nossa próxima parada foi na simpática cidadezinha de Baden - me lembrou a cerveja Baden Baden, de Campos de Jordão.
Retornamos à Viena por volta de 1hs da tarde, e o motorista do ônibus nos deu uma carona até o Museums Cartier, o quarteirão dos museus.
Após muitas fotos e o almoço ali pelo centro histórico, retornamos passando pelos jardins do Hofburg e seguimos até o Belvedere, e de lá para o hotel. Como o sol começou a abrir, voltei à rua para aproveitar o sol nos parques de Viena: primeiro no Belvedere, do outro lado da praça do soldado russo, e depois, no Statdplatz, localizado do outro lado do hotel, em frente ao Hotel Intercontinental e ao lado do Kusalon, local onde havíamos assistido ao show de Mozart de Strauss no dia anterior.
Nenhum comentário:
Postar um comentário