domingo, 8 de julho de 2012

Conhecendo Copenhague (o dia em que minha irmã virou um tomate)

Apesar da previsão de tempo parcialmente nublado, o dia foi de sol forte e intenso! :) E sendo assim, fomos até  Copenhague, na Dinamarca! Quando saímos de casa, já eram quase 11hs, e pegamos 2 ônibus até a estação de trem, onde pegamos o trem para Copenhague.

Copenhague tem muita história para contar e muitos lugares para serem visitados. São castelos, reis e rainhas, vikings, cisnes brancos, muita água, barcos, parque de diversões, bicicletas, guarda real e casinhas coloridas. Nesta visita super rápida, passeamos por alguns desses lugares.

Moinho antigo
Moinho antigo
Nossa primeira parada foi no Parque da Cidadela (Kastellet). Com o formato de um pentágono, ele foi construído no século XVII pelo Rei Christian VI para garantir a proteção contra ataques vindos do mar. O local foi transformado em parque no século XIX e é muito apreciado, tanto pela população local quanto pelos turistas. O parque é cercado por um fosso e possui, na área interna, um simpático moinho e prédios antigos e alaranjados, cor típica da cidade.

Pequena Sereia
Pequena Sereia
Dali, seguimos para o porto, até a estátua da Pequena Sereia. Protagonista da fábula de Hans Christian Andersen ambientada no porto de Copenhague, a pequena sereia vivia nas águas geladas que cercavam o reino dinamarquês e tinha um canto belíssimo. Um belo dia, ela se apaixona pelo príncipe que ela salvara da fúria do mar. Mas para viver seu amor, ela teria que teria que mudar toda sua vida, abrir mão de sua voz e sofrer uma transformação. Então, para refletir, a moça senta numa pedra, no porto de Copenhague, e se perde em seus pensamentos.

Seguimos a orla do Copenhague, apreciando barcos, navios e veleiros e os cisnes, até a estátua da Deusa de Gefion, no parque de Langelinie. A estátua é uma representação da Deusa ordenando que seus quatro búfalos puxem um pedaço de terra que tem o formato da Costa da Selândia. Ali ao lado, fica a Igreja de Saint Albans.

Ainda encontramos um "urso polar" do Greenpeace, alertando para o problema do degelo polar.

Bares e restaurantes do Canal de Nyhavn
Bares e restaurantes do Canal de Nyhavn
Seguindo o passeio, avistamos a Opera e uma exposição de castelos de areia, e percorremos pela lateral do Canal de Nyhavn, de onde partem os barcos de passeio pela cidade. A rua, repleta de bares e restaurantes, é um dos cartões postais mais retratados e cobiçados, devido ao colorido das casinhas. Fizemos uma parada ali e tomamos um chopp dinamarquês.

Dali, seguimos pela rua das griffes, repleta de lojas de marcas caras e famosas. Felizmente, estavam todas fechadas, já que era domingo! hehehe

Passamos ainda pelo palácio e pelo Tivoli Parque (de Copenhague), antes de seguir para a estação de trem e retornar a Malmo, na Suécia. Chegamos em casa às 9:30 da noite e o sol ainda brilhava no céu!!!

PS: E vocês devem estar se perguntando o porque do título do post, não é? Pois bem, como o sol de rachar que fazia, minha irmã e o namorado, ambos muito brancos, ficaram super vermelhos... Cadê o protetor solar?

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