O jantar tinha duas opções - ficasse de frango com molho mostarda e arroz de milho ou ravioli de queijo com molho ao sugo. Veio também um bolinho de limão muito bom, fofinho, gostoso e não muito doce.
Assim que chegamos ao Aeroporto Charles de Gaule, em Paris, percorremos o trecho até a imigração e, dali, seguimos em busca de um táxi que nos levasse ao Chateau de Chantilly.
Detalhe: os procedimentos de imigração e raio-x foram super tranquilos. Não precisamos preencher nenhum papel no avião nem apresentar nada além do passaporte na imigração.
O Charles de Gaule é o tipo de aeroporto onde se anda muito, desde a saída do avião até sairmos do aeroporto no ponto de táxi, se anda muiiiito, pega-se o trenzinho e anda mais um pouco, a ponto de ficarmos preocupados se estamos fazendo a coisa certa. Mas estávamos.
Pegamos o táxi até o Chateau de Chantilly por volta de 08:45, e às 09:15 já estávamos no Chateau! Compramos um bilhete que dá direito aos jardins e ao show equestre das 11hs, que dura em torno de 1 hora, por 18 euros cada. Após o show, pegamos a trilha de 2km do castelo até a Gare de Chantilly, onde pegamos outro táxi de volta ao Aeroporto CDG. Ao todo, gastamos 101 euros (50 para ir e 51 para voltar), incluindo a gorgeta.
Chegando em Copenhague, passamos quase que por um shopping center, de tantas lojas dutyfree, antes de chegar às bagagens. O chato disso é que, preocupados com a mala, acabamos não dando muita atenção às coisas do freeshop.
A ida até Malmo, na Suécia, foi de trem. De lá, tivemos que andar um bom pedaço com as malas até o ponto do ônibus, que também demorou um pouco para chegar à Arlov.
Depois do jantar e de um banho relaxante, finalmente fui dormir, por volta de 23hs da noite - hora da Suécia, que equivale às 19hs no horário de Brasília.
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