Pela manhã, bem cedo, tivemos o City Tour, que começou com uma visita ao Palácio de Schönbrunn, a residência de verão dos Habsburg, e a seus belíssimos jardins. A visita ao Palácio estava incluída no tour e os jardins estão abertos ao público. Infelizmente, o tempo era curto - este é sempre o problema das excursões - e não foi o suficiente para explorar os jardins como eles mereciam.
Por outro lado, o nosso guia - o Lito - era um mexicano que mora em Viena faz mais de 40 anos e adotou este país como seu. Profundo conhecedor da história dos Habsburg, tendo escrito já três livros sobre eles - todos esgotados -, ele enriqueceu nossa visita ao palácio com suas explanações envolventes, em que ele contava sobre a história dos Habsburg, do palácio e da própria Áustria.
De volta ao ônibus, o Lito foi nos apresentando aos museus, monumentos e outras construções de Viena, até nossa próxima parada, no Museums Quartier, um quarteirão inteirinho só de museus, localizado em frente ao Palácio de Hofburg, a partir de onde o tour continuou à pé.
É no complexo do Hofburg que funciona a Escola Espanhola de Equitação, referência quando o assunto é o treinamento de cavalos para a guerra.
Atravessamos o Hofburg até a Michaelerplatz, onde desaguam as famosas ruas de pedestres do centro histórico de Viena. É nesta praça que saem os passeios de carruagem. O preço, no entanto, é bem salgadinho para o padrão brasileiro: 55 euros por 20 minutos.
Ali, bem no centro da praça também ficam ruínas romanas encontradas durante escavações para a manutenção do palácio. Uma parte delas foi mantida intacta e em constante exposição.
Dali, seguimos até a Opera, onde terminou o city-tour. Passamos a tarde pelas ruazinhas de pedestres e almoçamos por ali mesmo. À tardinha, retornamos ao hotel para descansar um pouco e nos prepararmos para o Concerto de Mozart e Strauss que assistiríamos à noite.
O concerto foi no Kursalon, e inclui algumas das obras mais conhecidas de Mozart e Strauss, com direito a soprano, tenor e bailarinos. Espetáculo leve, com maestro simpático e algumas brincadeiras para quebrar eventuais resistências à música clássica. Foi muito bom mesmo!
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