segunda-feira, 30 de julho de 2012

City-tour em Berlim e a volta para casa

Muro de Berlim
Muro de Berlim
Dia 22 era nosso último dia de viagem e prometia ser corrido, já que era o dia reservado ao city-tour. Sim, nosso city-tour foi no último dia! Isso porque chegamos à Berlim na sexta, e passaríamos apenas o fim de semana lá. E como o comércio lá não funciona aos domingos, a opção do guia foi por agradar a gregos e troianos e deixar o city-tour para o domingo.

Durante o tour, retornamos a alguns lugares por onde já havíamos passado no dia anterior e conhecemos outros novos. Vimos o que restou do Muro de Berlim, fomos ao Checkpoint Charlie, ao Reichstag (parlamento alemão), vimos o prédio onde a Angela Merkel trabalha e andamos pelo Memorial ao Holocausto.

Ao fim do city-tour, ficamos em um mercado das pulgas, já que muita gente nos havia feito propaganda dele. Mas não vale a pena... Pelo menos o mercado em que nos deixaram. As pulgas deviam ser da Mercedes-Benz, de tão caro que era tudo por ali. Não achei nada barato, era tudo mais ou menos o mesmo preço que um artigo novo! E também tinha muito cacareco... No final das contas, demos uma volta rápida por ali e retornamos ao hotel. Ainda deu tempo de ir almoçar antes de seguirmos para o aeroporto. Aliás, o trajeto até lá me surpreendeu! Chegamos rapidamente lá!

Ao chegar lá, fomos direto até o "Tax Free", pegar o valor correspondente à devolução do imposto. No checkin, a moça que nos atendeu falava espanhol, o que nos ajudou muito, tendo em vista que um dos volumes que estávamos despachando era uma caixa de brinquedo, e as companhias aéreas não fornecem mais adesivos de "Frágil". Não consigo entender o porque disso, já que adesivo de "heavy" (pesado) existe! Mas... Deus protege os tolos! E a moça colocou a etiqueta de objeto despachado e me disse para ir até um determinado lugar no aeroporto e entregar lá o objeto. Fizemos isso, mas confesso que fiquei meio desconfiada. Passei a viagem imaginando se iria encontrá-lo no fim da viagem.

Mas tudo deu certo! Depois de uma espera de 1 hora, as malas começaram a surgir. Das 3 malas e 1 caixa, esta última foi a segunda a chegar. A última apareceu somente depois de 1h e meia de espera! Quero ver durante a Copa e as Olimpíadas!

Berlim de transporte público

Torre de TV
Torre de TV
Dia 21 foi dia livre em Berlim. Para facilitar um pouco as coisas para nós, o guia sugeriu um rápido passeio informal, utilizando transporte público, até a Alexanderplatz, e terminando na Galeria Kaufhof, no lado oriental da cidade. A dica dele foi seguir até a estação de trem do Zoológico, que era a mais próxima do nosso hotel, e comprar um bilhete que nos dava direito a utilizar qualquer um dos transportes públicos - metrô ou ônibus - durante todo o dia. Custou pouco mais de 6 euros. A partir daí era só validá-lo no primeiro trajeto de ônibus e apenas mostrá-lo ao motorista nas demais viagens. Dois ônibus faziam um percurso que passava próximo ao nosso hotel e à maioria dos pontos turísticos: o 100 e o 200. Pegamos o 100 e, no percurso até a Alexanderplatz, ele foi nos indicando os locais que poderíamos visitar.

Portão de Brandemburgo
Portão de Brandemburgo
Próximo à Alexanderplatz, fica a Torre de TV, que se destaca na paisagem pela sua altura. Lá no alto, um restaurante giratório leva em torno de 1 hora para dar a volta completa. Ali pertinho também encontram-se vários museus, incluindo o Neues Museum, que abriga o Busto de Nefertiti. O local é conhecido por Museumsinsel, ou Ilha dos Museus.

Artista de rua em Berlim
Artista de rua em Berlim
No caminho de volta ao hotel, passamos ainda pelo Portão de Brandemburgo, pela Coluna da Vitória (Siegessaule) e pelo maior e mais belo parque de Berlim, o Tiergarten, que por incrível que pareça está localizado na área central da cidade! No Portão de Brandemburgo, diversos artistas de rua posam para fotos com turistas, por alguns euros. Tem Minnie, Darth Vader, soldados da 2ª Guerra Mundial, monstros alienígenas e estátuas vivas, algumas bem realistas. Tudo muito eclético!

Voltamos para o hotel cansados e saímos, logo em seguida, para dar um pulo na Kadewe, onde fizemos algumas compras (não muitas, já que as coisas não são baratas por lá).

À noite, fomos experimentar a comida de um restaurante com carne argentina... Não passamos da porta! A questão é que não entendemos uma palavra do cardápio, e acabamos nos contentando com o restaurante italiano ali em frente - pelo menos dava para saber o que iríamos comer... Para nossa sorte, a comida era boa e até conseguíamos nos fazer entender pelo garçom! :)

Paradinha em Potsdam

Dresden
Dresden
Demorou um pouco, mas segue a continuação da viagem... No dia 20, logo pela manhã, ainda deu tempo de dar um rápido passeio pela área atrás do hotel, que exibia a Dresden de cartão postal e com a luz da manhã. Pouco depois do café da manhã, deixamos a bela Dresden em direção à Berlim.

Detalhe no Palácio de Sans Souci
Detalhe no Palácio de Sans Souci
Moinho de Vento de Potsdam
Moinho de Vento de Potsdam
Já quase lá, fizemos uma parada em Potsdam, cidadezinha próxima à Berlim, no lado oriental, e antiga capital da Prússia. Ali, visitamos o Palácio de Sans Souci, com o simpático moinho de vento logo na entrada. Achei muito bonito o local e senti muito não termos tido um tempo livre ali para explorar o lugar. Vale um passeio com calma até ali, ainda mais sendo tão próximo à Berlim. Aliás, depois nos disseram que existe um passeio de barco que vai até Potsdam, mas não sei se seria possível ir de barco pela manhã, passear por Sans Souci e voltar à tardinha. Enfim, esse passeio vai ficar para a próxima!

Seguimos para Berlim onde nos hospedamos no Hotel Palace, localizado em frente ao Jardim Zoológico e bem no centro da cidade. Logo depois, fizemos o tradicional passeio de reconhecimento pelas redondezas do hotel e logo vimos que estávamos bem próximos a diversas lojas e restaurantes, e ainda havia muita opção de transporte por ali.

domingo, 22 de julho de 2012

Aguardando no aeroporto...

Pois então! A falta de wifi grátis nos últimos hotéis (Dresden e Berlin) acabou prejudicando os posts no blog. 19 euros por 1 hora! Para piorar, os últimos dias também foram frenéticos e nem deu muito tempo de parar para respirar, quanto mais para escrever no blog. Mas ainda vou postar os últimos dias da viagem.

No momento, estou aproveitando os 15 minutos de wifi grátis do Aeroporto Charles de Gaule, enquanto aguardo o vôo para o Rio de Janeiro.

É! A viagem acabou, e com elas as férias! Amanhã mesmo estou de volta ao batente, pelo menos fisicamente, porque certamente estarei um caco depois de toda essa viagem. Mas é preciso trabalhar! E assim, juntamos mais dindim para uma próxima viagem. Afinal, o mundo não é o bastante...

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Florença do Elba

Dia 19, deixamos Praga, na República Tcheca, e seguimos para Dresden, onde nos hospedaríamos por uma noite. Dresden é bem simpática. Assim que chegamos, o nosso guia particular Carlos nos deu a tradicional explicação básica de onde comer ali por perto do hotel - estávamos no hotel The Westin Bellevue - e combinamos de voltar a nos encontrar dali a um tempo para fazer o city-tour.

Centro de Dresden
Centro de Dresden
No city-tour, conhecemos a Dresden destruída por bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial. A guia local nos mostrou fotos impressionantes da destruicao, que podíamos comparar ali na hora mesmo, ao vivo, com os prédios que foram reconstruídos. As pedras originais que puderam ser reaproveitadas na reconstrução, o foram. Nota-se a diferença das pedras da construção original, mais pretas, misturadas às novas pedras da reconstrução, bem mais claras.

Barzinhos em Dresden
Barzinhos em Dresden
Após o city-tour, recebemos nossos quartos e saímos para uma volta pelo calçadão de lojinhas, por onde havíamos passado rápido no momento reservado para o almoco.Dali, meus pais retornaram ao hotel, enquanto eu atravessava a ponte de Augusto, o forte, e para explorar o centro histórico de Dresden.

Dresden à noite
Dresden à noite
Encontrei com vários companheiros de viagem na volta ao hotel, perto de 8hs da noite. Após um banho relaxante, eu e meus pais fizemos um lanche no quarto do hotel mesmo, regado a um bom vinho Bordeaux Baron Phillippe de Rothschild, o que nos deu animo para voltar à atravessar a ponte para ver a cidade histórica iluminada. Como estamos no verao, anoitece somente por volta das 9:30 da noite. Nessa brincadeira, voltamos ao hotel apenas às 10:30 PM, e depois de assistir a alguns verdadeiros concertos ao vivo, dos artistas de rua.


Vale destacar a área verde localizada atrás do hotel, que dá para o Rio Elba, pertinho da ponte e com vista de cartão postal. Não é a toa que chamam essa cidade de "Florença do Elba".

Depois eu posto aqui as fotos!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Mais um city-tour e aprendendo tcheco

Igreja de Nossa Senhora da Vitória
Igreja de Nossa Senhora da Vitória
Dia 18 tivemos o segundo city-tour em Praga. No tour, visitamos o bairro de Hradcany, a Pequena Praga, e a Igreja de Nossa Senhora da Vitória, com a imagem do Menino Jesus de Praga. Dali, atravessamos a ponte Charles e seguimos pelo antigo bairro judeu.

O bairro judeu foi transformado em gueto durante a primeira guerra mundial. De acordo com as explicações fornecidas pela guia do city tour Dagmar, dos judeus que não fugiram, em torno de 85% morreram na guerra ou em campos de concentração. Após a guerra, as construções, antigas casas dos judeus, foram todas demolidas, restando apenas a sinagoga e o cemitério. No lugar foram construídas novas residências, que estão lá até hoje.

Praça da Cidade Velha
Praça da Cidade Velha
Do bairro judeu, seguimos até a torre da prefeitura, na praça da Cidade Velha (Old Town Square), e próximo a nosso hotel. Ali terminou nosso city-tour.

Vale aqui mencionar duas curiosidades linguísticas mencionadas pela Dagmar. O tcheco é um idioma daqueles onde a expressão "está falando grego" é perfeitamente aplicável. Seguem dois exemplos, o primeiro de enrolar a língua e o segundo é uma frase inteira sem uma única vogal.

Tři sta třicet tři stříbrných stříkaček stříkalo přes tři sta třicet stříbrných střech (333 perdizes de prata sobrevoam 333 telhados de prata)

Strč prst skrz krk (enfie o dedo pela garganta)

Bizarro, não? Agora procura no YouTube a pronúncia! :)

Entre o Castelo de Praga e a Cervejaria

O dia 17 começou com uma mudança de quarto. Em Praga, ficamos hospedados no Hotel Hilton Old Town, em um quarto pequeno para três pessoas. Conversamos com o Carlos sobre a falta de visão dos hotéis durante a alocação dos quartos para grupos viajando juntos. O quarto pequeno para três pessoas não é exclusividade do Hilton, ainda mais na Europa, onde o padrão é de quartos menores. No entanto, para um hotel de melhor padrão, eles poderiam começar a alocar os quartos pelos triplos, seguidos pelos duplos e, por fim, pelos single. Desta forma, seria mais fácil reservar quartos maiores para grupos com mais pessoas e deixar todos mais confortáveis.

Nosso "resolvedor de problemas" conversou com o rapaz da recepção e solicitou um quarto maior para nós, se isso fosse possível. E não é que ele conseguiu?

Catedral de São Vito
Catedral de São Vito
Enfim, mudamos de quarto logo depois do café da manhã e saímos logo para o primeiro city tour, pelo complexo do Castelo de Praga, onde visitamos a Catedral de São Vito, o antigo Palácio Real, a Basílica de São Jorge e o Beco de Ouro, com casinhas coloridas onde enquanto umas retratam o cotidiano dos que ali moravam, outras vendem souvenirs e outros artigos para turistas. O segundo andar das casinhas era a muralha e perpassava várias delas. Ali estão expostas várias armaduras e outros artigos medievais.

Cidade Velha
Cidade Velha
O tour terminou na hora do almoço e seguimos para a praça principal da cidade velha, onde almoçamos em um restaurante de fachada verde, o Staromestská, que apresenta menu em diversos idiomas, entre eles o português, o que ajuda bastante, já que o idioma ali é incompreensível para nós. Com essa facilidade, comemos muito bem.

Praça Venceslau
Praça Venceslau
O resto da tarde foi gasto passeando pelas ruazinhas da Cidade Velha até a praça Venceslau.

À noite, fomos jantar com o grupo em uma Cervejaria local. O passeio informal contou com passeio de bonde - transporte público típico de Praga - e com jantar completo, incluindo a Peverovska, um aguardente tradicional servido em Praga e com sabor de cravo e canela, uma cerveja artesanal, a entrada, o prato principal, a sobremesa e o café. O prato principal que eu comi foi Gulash, mas não gostei não. Haviam outras duas opções: um prato de carne assada e outro prato de porco. Infelizmente, a comida não agradou, e não só a nós, mas ao grupo inteiro, em geral.

Visitando Cesky Krumlov

Cesky Krumlov
Cesky Krumlov
No dia 16, deixamos Viena rumo à República Tcheca. Fizemos uma parada em Cesky Krumlov, onde encontramos o guia Andrei que nos levou para conhecer a história desta que é uma das mais belas cidades medievais. Cercada pelo Rio Vitava, a cidade velha encontra-se praticamente imaculada, repleta de belas construções renascentistas e ainda com o famoso Castelo Krumlovsky Zámek, do séc XIII.

Após a visita, seguimos a viagem rumo à Praga, capital da República Tcheca tombada pela Unesco como Patrimônio da Humanidade e conhecida como a "Cidade do Ouro".

Relógio de Praga
Relógio de Praga
À noite, o guia Carlos nos levou em um passeio informal de reconhecimento pelas ruazinhas da cidade velha. Neste rápido tour, ele nos dá dicas valiosas, como casas de câmbio, restaurantes, supermercados, shoppings, etc.

Cidade Velha de Praga
Cidade Velha de Praga
O tour terminou na praça central da cidade velha, bem em frente ao famoso relógio da prefeitura. Seguindo a dica do guia, compramos o ticket de acesso ao topo da torre e subimos, primeiro de elevador até o quarto andar, e depois em uma rampa estilo caracol e, por último, por uma escada de caracol, até chegar ao topo da torre do relógio, onde tiramos várias fotos e assistimos ao pôr do sol.

Na volta para o hotel, já às 10 da noite, passamos no supermercado onde compramos frios, pães e um vinho chileno, que apreciamos no quarto do hotel.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Entre os Bosques de Viena e a gruta Seegrotte

Eu nos Bosques de Viena
Eu nos Bosques de Viena
No dia 15, fizemos o passeio opcional dos Bosques de Viena. O passeio incluiu uma pequena caminhada, de uns 20 minutos em um belo bosque nas proximidades de um castelo. Depois eu posto aqui o nome do castelo certinho...

Castelo nos Bosques de Viena
Castelo nos Bosques de Viena
Aliás, vale uma observação aqui: eu costumo fazer uma pesquisa sobre o local para onde viajo antes mesmo da viagem. Infelizmente, isto não foi possível desta vez, já que eu estava enrolada com as monografias do mestrado. Para piorar ainda mais, o leste europeu é conhecido pelos difíceis idiomas eslavos, onde as palavras tem mais consoantes do que vogais. Aliás, hoje a guia de Praga exemplificou muito bem isso: ela falou uma frase que não contém uma única vogal! Isso mesmo: uma frase! O nome das ruas, dos lugares, dos pontos turísticos, de tudo afinal, é simplesmente incompreensível, ou seja, muito provavelmente vou ter que descobrir o nome de diversos lugares por onde passamos pelas fotos.

Gruta Seegrotte
Gruta Seegrotte
Voltando ao dia 15, depois do passeio pelo bosque próximo ao castelo, fomos até uma antiga mina, onde fica a gruta de Seegrotte, por onde corre um rio subterrâneo. Este passeio é bem interessante e pode ser feito independente do tempo. A temperatura no interior da mina e grutas é constante, em 9C. Para aqueles com frio, é possível alugar mantas na entrada da atração. Dentro, a iluminação do rio e do barquinho estilizado dão um charme todo especial. Logo após saírmos da gruta, saboreamos um apfelstrudel no café ali da entrada.

Nossa próxima parada foi na simpática cidadezinha de Baden - me lembrou a cerveja Baden Baden, de Campos de Jordão.

Retornamos à Viena por volta de 1hs da tarde, e o motorista do ônibus nos deu uma carona até o Museums Cartier, o quarteirão dos museus.

Após muitas fotos e o almoço ali pelo centro histórico, retornamos passando pelos jardins do Hofburg e seguimos até o Belvedere, e de lá para o hotel. Como o sol começou a abrir, voltei à rua para aproveitar o sol nos parques de Viena: primeiro no Belvedere, do outro lado da praça do soldado russo, e depois, no Statdplatz, localizado do outro lado do hotel, em frente ao Hotel Intercontinental e ao lado do Kusalon, local onde havíamos assistido ao show de Mozart de Strauss no dia anterior.

domingo, 15 de julho de 2012

Dos Habsburg à música clássica

São tantas emoções que mal dá tempo de escrever o blog! Já estou um dia atrasada! Bem, vamos lá... Ontem, dia 14, passamos o dia em Viena.

Palácio de Schönbrunn
Palácio de Schönbrunn
Pela manhã, bem cedo, tivemos o City Tour, que começou com uma visita ao Palácio de Schönbrunn, a residência de verão dos Habsburg, e a seus belíssimos jardins. A visita ao Palácio estava incluída no tour e os jardins estão abertos ao público. Infelizmente, o tempo era curto - este é sempre o problema das excursões - e não foi o suficiente para explorar os jardins como eles mereciam.

Jardins Palácio de Schönbrunn
Jardins do Palácio de Schönbrunn
Por outro lado, o nosso guia - o Lito - era um mexicano que mora em Viena faz mais de 40 anos e adotou este país como seu. Profundo conhecedor da história dos Habsburg, tendo escrito já três livros sobre eles - todos esgotados -, ele enriqueceu nossa visita ao palácio com suas explanações envolventes, em que ele contava sobre a história dos Habsburg, do palácio e da própria Áustria.

Hofburg
Hofburg
De volta ao ônibus, o Lito foi nos apresentando aos museus, monumentos e outras construções de Viena, até nossa próxima parada, no Museums Quartier, um quarteirão inteirinho só de museus, localizado em frente ao Palácio de Hofburg, a partir de onde o tour continuou à pé.

É no complexo do Hofburg que funciona a Escola Espanhola de Equitação, referência quando o assunto é o treinamento de cavalos para a guerra.

Atravessamos o Hofburg até a Michaelerplatz, onde desaguam as famosas ruas de pedestres do centro histórico de Viena. É nesta praça que saem os passeios de carruagem. O preço, no entanto, é bem salgadinho para o padrão brasileiro: 55 euros por 20 minutos.

Ali, bem no centro da praça também ficam ruínas romanas encontradas durante escavações para a manutenção do palácio. Uma parte delas foi mantida intacta e em constante exposição.

Opera
Opera
Dali, seguimos até a Opera, onde terminou o city-tour. Passamos a tarde pelas ruazinhas de pedestres e almoçamos por ali mesmo. À tardinha, retornamos ao hotel para descansar um pouco e nos prepararmos para o Concerto de Mozart e Strauss que assistiríamos à noite.

Prontos para o concerto de Mozart e Straus no Kursalon
Prontos para o concerto de Mozart e Straus no Kursalon
O concerto foi no Kursalon, e inclui algumas das obras mais conhecidas de Mozart e Strauss, com direito a soprano, tenor e bailarinos. Espetáculo leve, com maestro simpático e algumas brincadeiras para quebrar eventuais resistências à música clássica. Foi muito bom mesmo!

sábado, 14 de julho de 2012

De Budapeste à Viena, via Bratislava

Ontem deixamos Budapeste, na Hungria, rumo à Bratislava, na Eslováquia. A Eslováquia é um país que se separou da República Tcheca em 1993, em uma divisão pacífica e por iniciativa da própria Eslováquia, apesar desta ser mais pobre do que a sua vizinha República Tcheca.

Lojinha de Souvenirs em Bratislava
Lojinha de Souvenirs em Bratislava
Se dois dias antes estávamos morrendo de calor sob um sol de 36 graus, neste dia o pessoal sofreu foi com o frio... Acostumados ao calor, a maioria não tirou o agasalho - e o guarda-chuva - da mala. Resultado: a chuva e o vento deixou a todos com frio e fez a alegria da lojinha de souvenirs que vendia guarda-chuvas...

Estátua de rua
Estátua de rua
Não achamos Bratislava um lugar tão legal. A combinação de tempo ruim - chuva - com o fato de ser um país mais pobre e eclipsado pelos países ao redor pode ter influenciado nossa percepção. Para piorar, não fizemos uma boa escolha de restaurante e prato e acabamos não gostando da comida.

À tarde, seguimos para Viena, onde logo após chegarmos, fizemos um passeio desde o nosso hotel, próximo à Estátua do Soldado Russo até Hofburg, passando pela Ópera e pela Catedral de Saint Stephan.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Um dia completo em Budapeste

Sinagoga
Sinagoga
Depois do dia ensolarado e do calor com que fomos recepcionados em Budapeste, a quinta-feira amanheceu com tempo nublado e garoa esparsa. Como era dia livre, fomos até a Sinagoga, que queríamos conhecer por fora, mas não chegamos a entrar.

Ponte Branca da Sissi
Ponte Branca da Sissi
De lá, resolvemos voltar ao nosso hotel pela margem de Buda, ou seja, atravessaríamos a ponte branca (da Sissi) e caminharíamos pela orla até a Ponte das Correntes, onde novamente cruzaríamos o Rio Danúbio e nos dirigiríamos ao hotel. Apesar do programado, acabamos mudando um pouco o percurso.

Monumento à Saint Gellert
Monumento à Saint Gellert
Na base do "vamos mais só até ali", acabamos subindo a trilha que começa no lado Buda da Ponte Branca até o alto do morro, na Citadela. Para nossa sorte, o tempo mudou durante a subida e o sol abriu. Tiramos belas fotos panorâmicas de lá antes de descermos e seguirmos nosso passeio pela margem do Danúbio.

Ponte das Correntes
Ponte das Correntes
Como planejado, atravessamos a Ponte das Correntes até nosso hotel. Ali, deixamos as poucas bugingangas que compramos pelo caminho e saímos em seguida.

Demos uma passada pelo Palácio convertido em hotel que fica em frente à Ponte das Correntes e entramos na ruazinha ao lado em busca da dica de restaurante dada pelo nosso dia na véspera. Era um restaurante italiano muito bom, onde comemos muito bem.

ICEBAR
ICEBAR
De lá, meu pai seguiu de volta ao hotel enquanto eu e minha mãe íamos até o IceBar Hu tomar um drink. O lugar já nos havia sido apresentado em um programa do "Pelo Mundo", da GloboNews. É um bar onde você paga um ingresso que te dá direito a um drink. Eles fornecem luvas e um poncho de esquimó, que você veste antes de entrar na "geladeira".

O bar é pequenininho, cheio de esculturas e decoração de gelo. Os bancos, também de gelo, são forrados com uma pele que ameniza o frio intenso. Até o copo, como se pode imaginar, é de gelo, e descartável. É claro que você pode levá-lo de recordação, o difícil é conseguir a proeza... ;)

Parlamento
Parlamento
Depois dessa experiência gelada, retornamos ao hotel.

À noite, saímos novamente para mais um passeio: um jantar acompanhado de um show privativo de músicas clássicas famosas, com destaque para a solista profissional que tinha uma voz de primeiríssima - seguido por um mini-cruzeiro pelo Danúbio, apreciando os monumentos e pontes iluminados.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

O Buda e a Pest(e)

Nem parece que já faz uma semana que estamos viajando. Não é à tôa que dizem que o tempo voa quando a gente se diverte.

Aqui em Budapeste está quente, com um calor de 34C durante o dia. Tudo bem que eu venho da terra do sol, do calor abafado e dos 40C à sombra, mas realmente não gosto do calor, seja aqui ou no Brasil. Definitivamente, esta não é uma boa época para viajar, mas nem sempre podemos escolher a data.

Apesar das minhas reclamações quanto ao calor, nossa viagem tem sido muito boa.

Bastiao dos Pescadores
Bastião dos Pescadores
Pela manhã, fizemos o city-tour e conhecemos a Praça dos Heróis, a Sinagoga o Parlamento Nacional, em Pest. Em Buda, visitamos a histórica Colina do Castelo, a Igreja de Matias e o Bastião dos Pescadores.

Mercado
Mercado
À tarde, seguimos o guia em um passeio informal até o mercado e dali voltamos tranquilamento apreciando a rua de pedestres tradicional, onde se vende de tudo. Passamos também por um local cheio de estudantes, um verdadeiro point, com um espelho d'água no centro onde as pessoas descansam ao seu redor com os pés dentro da água.

Catedral
Catedral
Voltamos ao hotel para descansar um pouco até o horário combinado para assistirmos ao show de música e dança típica da Hungria. Gostei dos rapazes, mas os gritos característicos das moças me incomodou um pouco.

Por fim, seguimos até a catedral antes de retornarmos ao hotel.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Artista de rua

Por toda a Europa se esbarra com os artistas de rua, uma tradição por ali. Em Budapeste, no entanto, encontramos um que nos surpreendeu pela originalidade: ele tocava com copos de água. Confiram um trechinho de sua performance abaixo!


terça-feira, 10 de julho de 2012

Suécia, Dinamarca, Holanda e Hungria: quatro países em um dia

E chegou o dia da partida. Era hora de deixar a casa da minha irmã, na Suécia, e seguir para a excursão da Queensberry. Nosso encontro com o pessoal, que viria todo junto do Brasil, aconteceria em Amsterdã, no embarque para Budapeste.

Com a programação em mente, acordamos cedo, pegamos 2 ônibus até a estação de trem de Malmo, e de lá seguimos de trem até o Aeroporto de Copenhague, na Dinamarca, onde embarcamos para Budapeste, com conexão em Amsterdã.

A conexão em Amsterdã foi bem tranquila. Desembarcamos do avião e pouco depois passamos por uma máquina de checkin onde eu consultei o portão de embarque do próximo voo e descobri que era pertinho de onde estávamos e de onde havíamos desembarcado (o desembarque é feito na área de embarque).

Ali, acabei identificando uma pessoa do grupo e depois, o guia Carlos Almeida. Ele pareceu aliviado ao nos ver.

Ponte das Correntes
Ponte das Correntes
Em Budapeste, pegamos as malas, que seguiram direto para lá e fomos logo para o hotel. A noite foi livre, e aproveitamos para dar umas voltas pelas redondezas. Andamos pelo calçadão tradicional, vimos diversos bares e restaurantes, cruzamos a praça que é um point da garotada, onde as pessoas se reunem em grupos em mesas e tomando chopp ou ao redor de um espelho d'água, com os pés dentro da água.

Colina do Castelo
Colina do Castelo
Na volta, já de noite, eu e meu pai voltamos às margens do Danúbio para apreciar o cartão postal da cidade em sua iluminação característica. No caminho, um senhor tocava música com copos de água! Diferente e muito legal!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Moinhos de vento

Kronetorps Mölla
Kronetorps Mölla
O dia hoje foi mais tranquilo, para que todos pudessem se recuperar do longo passeio por Copenhague e se preparar para a viagem ao Leste Europeu. Assim, fizemos apenas um pequeno passeio pelas redondezas, conhecendo o Kronetorps Mölla, um moinho de vento do século XIX, cercado por vastos campos de plantação de trigo e localizado em Arlov, Malmo, na Suécia.

Igrejinha
Igrejinha
Na volta, cortamos caminho pelo cemitério em frente à casa da minha irmã. Ok, parece meio sinistro, né? Mas, exceto pelas lápides, ele passaria por um belo parque, todo bem cuidado e florido, com alamedas de árvores simetricamente dispostas. Enfim, não parece muito um cemitério. Ali ao lado, fica uma bonita igreja, avistada por toda a região e que nos serviu muito como ponto de referência.

Na Suécia, o povo não tem o almoço como a refeição principal, que para eles é o jantar. Assim, almoçamos um legítimo cachorro-quente brasileiro feito com ingredientes suecos. E para o jantar, tivemos salsichão assado com maçã, ao molho de mostarda dijon e vinho tinto para acompanhar. E de sobremesa, tiramisu. Resumindo, estava uma delícia!

domingo, 8 de julho de 2012

Conhecendo Copenhague (o dia em que minha irmã virou um tomate)

Apesar da previsão de tempo parcialmente nublado, o dia foi de sol forte e intenso! :) E sendo assim, fomos até  Copenhague, na Dinamarca! Quando saímos de casa, já eram quase 11hs, e pegamos 2 ônibus até a estação de trem, onde pegamos o trem para Copenhague.

Copenhague tem muita história para contar e muitos lugares para serem visitados. São castelos, reis e rainhas, vikings, cisnes brancos, muita água, barcos, parque de diversões, bicicletas, guarda real e casinhas coloridas. Nesta visita super rápida, passeamos por alguns desses lugares.

Moinho antigo
Moinho antigo
Nossa primeira parada foi no Parque da Cidadela (Kastellet). Com o formato de um pentágono, ele foi construído no século XVII pelo Rei Christian VI para garantir a proteção contra ataques vindos do mar. O local foi transformado em parque no século XIX e é muito apreciado, tanto pela população local quanto pelos turistas. O parque é cercado por um fosso e possui, na área interna, um simpático moinho e prédios antigos e alaranjados, cor típica da cidade.

Pequena Sereia
Pequena Sereia
Dali, seguimos para o porto, até a estátua da Pequena Sereia. Protagonista da fábula de Hans Christian Andersen ambientada no porto de Copenhague, a pequena sereia vivia nas águas geladas que cercavam o reino dinamarquês e tinha um canto belíssimo. Um belo dia, ela se apaixona pelo príncipe que ela salvara da fúria do mar. Mas para viver seu amor, ela teria que teria que mudar toda sua vida, abrir mão de sua voz e sofrer uma transformação. Então, para refletir, a moça senta numa pedra, no porto de Copenhague, e se perde em seus pensamentos.

Seguimos a orla do Copenhague, apreciando barcos, navios e veleiros e os cisnes, até a estátua da Deusa de Gefion, no parque de Langelinie. A estátua é uma representação da Deusa ordenando que seus quatro búfalos puxem um pedaço de terra que tem o formato da Costa da Selândia. Ali ao lado, fica a Igreja de Saint Albans.

Ainda encontramos um "urso polar" do Greenpeace, alertando para o problema do degelo polar.

Bares e restaurantes do Canal de Nyhavn
Bares e restaurantes do Canal de Nyhavn
Seguindo o passeio, avistamos a Opera e uma exposição de castelos de areia, e percorremos pela lateral do Canal de Nyhavn, de onde partem os barcos de passeio pela cidade. A rua, repleta de bares e restaurantes, é um dos cartões postais mais retratados e cobiçados, devido ao colorido das casinhas. Fizemos uma parada ali e tomamos um chopp dinamarquês.

Dali, seguimos pela rua das griffes, repleta de lojas de marcas caras e famosas. Felizmente, estavam todas fechadas, já que era domingo! hehehe

Passamos ainda pelo palácio e pelo Tivoli Parque (de Copenhague), antes de seguir para a estação de trem e retornar a Malmo, na Suécia. Chegamos em casa às 9:30 da noite e o sol ainda brilhava no céu!!!

PS: E vocês devem estar se perguntando o porque do título do post, não é? Pois bem, como o sol de rachar que fazia, minha irmã e o namorado, ambos muito brancos, ficaram super vermelhos... Cadê o protetor solar?

sábado, 7 de julho de 2012

Reservado para a família

confraternizando com os suecos
Confraternizando com os suecos
O dia amanheceu chovendo e acabamos ficando pelos shoppings mesmo. Ainda assim, fizemos apenas algumas poucas compras, visto que a Suécia não é muito barata.

À tarde, visitamos os pais do namorado da minha irmã, onde jantamos com eles e com a sua irmã. O menu foi porco assado com batatas, um molhinho, geléia de algum berry e salada. Estava muito bom.

Do Rio à Malmo

O voo Rio - Paris foi bom, dentro dos padrões da Air France, ou seja, poltronas apertadas e comida melhor do que a média - é a única que ainda serve Champagne de aperitivo.

O jantar tinha duas opções - ficasse de frango com molho mostarda e arroz de milho ou ravioli de queijo com molho ao sugo. Veio também um bolinho de limão muito bom, fofinho, gostoso e não muito doce.

Assim que chegamos ao Aeroporto Charles de Gaule, em Paris, percorremos o trecho até a imigração e, dali, seguimos em busca de um táxi que nos levasse ao Chateau de Chantilly.

Detalhe: os procedimentos de imigração e raio-x foram super tranquilos. Não precisamos preencher nenhum papel no avião nem apresentar nada além do passaporte na imigração.

O Charles de Gaule é o tipo de aeroporto onde se anda muito, desde a saída do avião até sairmos do aeroporto no ponto de táxi, se anda muiiiito, pega-se o trenzinho e anda mais um pouco, a ponto de ficarmos preocupados se estamos fazendo a coisa certa. Mas estávamos.

Chateau de Chantilly
Chateau de Chantilly
Pegamos o táxi até o Chateau de Chantilly por volta de 08:45, e às 09:15 já estávamos no Chateau! Compramos um bilhete que dá direito aos jardins e ao show equestre das 11hs, que dura em torno de 1 hora, por 18 euros cada. Após o show, pegamos a trilha de 2km do castelo até a Gare de Chantilly, onde pegamos outro táxi de volta ao Aeroporto CDG. Ao todo, gastamos 101 euros (50 para ir e 51 para voltar), incluindo a gorgeta.

Chegando em Copenhague, passamos quase que por um shopping center, de tantas lojas dutyfree, antes de chegar às bagagens. O chato disso é que, preocupados com a mala, acabamos não dando muita atenção às coisas do freeshop.

Aguardando o trem em Copenhague
Aguardando o trem em Copenhague
A ida até Malmo, na Suécia, foi de trem. De lá, tivemos que andar um bom pedaço com as malas até o ponto do ônibus, que também demorou um pouco para chegar à Arlov.

Depois do jantar e de um banho relaxante, finalmente fui dormir, por volta de 23hs da noite - hora da Suécia, que equivale às 19hs no horário de Brasília.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Tá chegando a hora!

E eis que chegou o dia da viagem! Como já havia feito o checkin ontem, foi tudo bem simples: despachamos as malas, passamos pelo raio-x, pelo imigração e rapidamente já estávamos na área de embarque. A questão agora é esperar... esperar o embarque, esperar até chegarmos a Paris, esperarmos o próximo voo para Copenhague...

Ah! As malas vão direto para Copenhague mesmo. Agora é torcer para o tempo estar bom em Paris e ver se conseguimos dar um passeio até o Chateau de Chantilly!

Até breve!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Preparativos finais para a viagem ao Leste Europeu

Com o início das férias e a proximidade da próxima viagem, crescem os preparativos: fazer a lista do que levar (a ser conferido no check list final), arrumar mala, verificar documentação e itinerário, levantar passeios e atrações nos destinos etc etc etc...

Leste Europeu 2012
Locais: 1 – Paris, França; 2 – Copenhague, Dinamarca; 3 – Arlov, Suécia; 4 – Amsterdã, Holanda; A – Budapeste, Hungria; B – Bratislávia, Eslováquia; C – Viena, Áustria; D – Cesky Krumlov, República Tcheca; E – Praga, República Tcheca; F – Dresden, Alemanha; G – Potsdam, Alemanha; H – Berlim, Alemanha.

A viagem desta vez é, majoritariamente, pelo Leste Europeu. O vôo intercontinental inicial é para Copenhague, na Dinamarca. Porém, teremos uma conexão em Paris e teremos que aguardar 8 horas no Charles de Gaule até o embarque no outro voo. A ideia é aproveitar para, nessas 8 horas, visitar o Chateau de Chantilly. No entanto, o passeio depende de alguns fatores: passarmos pela imigração em Paris e não estar chovendo. A primeira é quase certo, já que é a primeira parada na Europa. Já o tempo... a previsão não é muito animadora. :(

Chegando à Copenhague, pegaremos o trem direto para Marmo, na Suécia, e de lá seguiremos de ônibus até Arlov, onde ficaremos na casa da minha irmã.

Depois de alguns dias de visita, vamos nos unir à excursão da Queensberry, que começará em Budapeste. No entanto, deveremos encontrar nossos companheiros de viagem, bem como o guia, um pouco antes, no voo entre Amsterdã e Budapeste.

Durante a excursão, visitaremos: Budapeste, Bratislávia, Viena, Cesky Krumlov, Praga, Dresden, Potsdam e Berlim.