Inicialmente dia livre em São Petersburgo (03/10/2013), fizemos o opcional de visita à Peterhof (jardins de Pedro), um conjunto de palácios, fontes e jardins que lembram o Palácio de Versailles. Localizado a uns 30km de São Petersburgo, a visita ao palácio é limitada a grupos durante a temporada.
Peterhof foi construída entre os anos de 1714 e 1725, durante o império do Czar Pedro, o Grande. Com inúmeras fontes, a maior e mais bonita delas é a "Grande Cascata", em frente à fachada do Grande Palácio e ao final do Canal do Mar, que faz ligação com o Mar Báltico.
Os jardins de Peterhof, cheios de fontes, guardam ainda as brincadeiras de Pedro: eram fontes escondidas, que ficavam desligadas e eram acionadas ou manualmente ou por algum sistema mecânico.
Outro ponto importante em Peterhof é o Palácio Monplaisir (meu prazer), que era o Palácio de Verão de Pedro e foi o primeiro pavilhão a ser construído no Parque Peterhof.
Peterhof é de fato lindo e merecia um dia inteiro de atenção. Se seu interior é de uma riqueza impressionante, os jardins, com suas fontes, brincadeira e simetria merecem maior atenção. No entanto, só tivemos uma manhã ali e nem deu tempo de passar pelos jardins superiores, nem ver a Fonte de Netuno.
Por sorte, ainda deu para tirar uma foto do grupo, enquanto esperávamos que o grupo todo se reunisse. Às 14hs já seguíamos de volta para São Petersburgo.
Pedimos à guia que nos deixassem mais próximos à Igreja do Sangue Derramado, e acabamos deixando o ônibus ao lado da Catedral de Nossa Senhora de Kazan, construída no início do século XIX por Paulo I e que foi inspirada na Basílica de São Pedro, em Roma.
Almoçamos em restaurante ali perto, o Terrazza. Dali seguimos para a Igreja do Sangue Derramado, cujo interior é todo em mosaico. O mármore à volta da porta do altar parece madeira e a porta é toda em ouro. Muito bonito mesmo. Vale entrar e conferir.
Dali, seguimos andando pela avenida principal de São Petersburgo até o nosso hotel. A arquitetura dos edifícios, todos lembrando o estilo francês, é realmente muito bonita. Ainda passamos no shopping Galeria, localizado bem em frente ao nosso hotel.
Vale comentar aqui as peripécias dos nossos colegas baianos de viagem! Os dois casais foram, junto com outro casal de São Paulo, assistir ao balé "Romeu e Julieta". Ao chegar ao teatro, eles receberam os ingressos e entraram. Aí veio o primeiro problema: descobrir onde são os assentos, dado que todos eram analfabetos em cirílico. Uma pessoa do teatro começou a indicar a eles, gesticulando, que tinham que descer, e daí perceberam que tinham que deixar os casacos na chapelaria. Eram várias filas enormes e eles começaram a procurar pela mais vazia. Acabaram achando uma, mas depois perceberam que algumas pessoas pagavam ao "chapeleiro". Quando chegou a vez deles entregarem os casacos, o chapeleiro perguntou, na base da mímica, se podia pendurar o primeiro casaco pela etiqueta. Não sei de onde os baianos concluíram que pendurando pela etiqueta o serviço era gratuito e que o cabide era cobrado!?!?! Quando recebeu o segundo casaco para guardar, o chapeleiro imediatamente o colocou em um cabide, mas os baianos gesticularam intensamente indicando que não, que o casaco deveria ser pendurado diretamente pela etiqueta. Os russos não entenderam nada! O teatro possui a capacidade de 2 mil pessoas, ou seja, no final das contas havia 1996 casacos no cabide e 4 casacos pendurados pela etiqueta! Pelo menos foi mais fácil achar os casacos no final do espetáculo! :D
Ah! E lembra o dinheiro que eles viram sendo dado ao chapeleiro? Era pelo aluguel de binóculos! Hahahaha
À propósito, eles disseram que o show foi imperdível, apesar de alguns terem cochilado no primeiro ato... :)
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