terça-feira, 1 de outubro de 2013

A grande Estocolmo

A manhã do dia 29 foi toda ocupada pelo citytour com a guia local Nair, uma portuguesa que não tinha o sotaque tão carregado quanto o Gonçalo, guia de Bergen. O citytour aqui também foi bem longo, de 4 hs. É tanta informação que não conseguimos assimilar tudo.

Os destaques vão para a escultura de Diana (a caçadora), a ilha dos museus, onde estão localizados o Vasa e o museu nórdico, a Prefeitura de Estocolmo, a cidade velha e a rua de pedestres.

Vasa é o nome de um navio construído cheio de esculturas que naufragou 7 minutos após deixar a baía de Estocolmo. O navio ficou 333 anos no fundo do mar e só foi recuperado na década de 60. Passou então 18 anos sendo restaurado e virou um museu.

Já o Museu Nórdico conta toda a história da Suécia.

Infelizmente, com tão pouco tempo em Estocolmo, não deu para visitar esses museus. Fica para a próxima.

A Prefeitura de Estocolmo também é interessante. Vale a pena ir lá se houver oportunidade. Só pode entrar com guia local e entramos ali durante o citytour mesmo. É ali que é feita a entrega dos Prêmios Nobel, com exceção do Prêmio Nobel da Paz, que é entregue em Oslo.

Aliás, não entendo por quê fazem tanta onda com o Nobel. O "cara" era chamado de cientista maluco e mercador da morte, afinal ele é o pai da dinamite. Tudo bem que ele achava que tanto poder faria com que as nações se desarmassem, mas como vemos por aí, o inferno está cheio de boas intenções...

Por outro lado, a dinamite também diminuiu fronteiras e permitiu o progresso, na medida em que abriu caminho para que túneis e estradas fossem criados. Talvez esse seja seu maior legado.

A cidade velha é cheia de ruelas com comércio que, assim como na rua de pedestres, abre inclusive aos domingos. Vale se perder por ali, explorar os recantos e desvendar a história por trás de obras pitorescas.

Uma delas é de São Jorge matando o dragão e salvando a princesa, coberta de vegetação. De acordo com os suecos, o dragão é a Dinamarca e a princesa é a Suécia.

Outros 2 achados por ali foram uma estranha maçaneta em uma porta e uma pequenina estátua de um homem nu sentado. O povo achou que ele esta com frio e o agasalhou com cachecol e gorro, e desde então ele está sempre rodeado de moedas e balas, para tornar a vida dele mais doce e mais rica. É a Fontana de Trevi deles! :)

Almoçamos em um restaurante em frente ao hotel, e continuamos olhando o comércio das redondezas. Voltamos por volta de 18hs para o hotel, já que a grande maioria das lojas já tinha fechado.

À noite, nos encontramos com nossos colegas de excursão no hall do hotel e seguimos até o IceBar, ali do lado. A entrada, que dá direito a um drink, custava 190 SEK! Achamos muito caro. É legal somente se você nunca foi e mora nos trópicos. Se estiver em grupo (o seu grupo) fica mais legal, já que dá para fazer uma baguncinha. No IceBar, você entra em uma salão pequeno (não é muito grande) onde tudo é feito de gelo, até o copo. Aliás, se quiser levá-lo para casa de lembrança, também pode... Só duvido que vai chegar lá :). Tem esculturas de gelo, algumas bem legais e outras nem tanto. Os locais para sentar também são feitos de gelo, e eles colocam umas peles sobre o gelo para você poder sentar. A temperatura ali é bem gelada, e você não aguenta ficar muito tempo. Para tomar a bebida, tem que usar a luva, que é fornecida junto com a roupa para aguentar o frio dali.

Nosso grupinho estava decidindo se entrávamos quando saíram 3 pessoas, para as quais resolvemos perguntar se valia à pena. Acredita que eram brasileiros? Nós vamos dominar o mundo! Atualmente, só dá Japão e Brasil! Outro dia até rolou uma conversa em mímica entre nós e um japa simpático com sua esposa! Mas isso já é outra história... Enfim, não sentimos muita empolgação dos brasileiros e resolvemos não entrar. Para não ficar em branco, tiramos essa foto aí ao lado, na parede de fora do IceBar! Que tal? :)

No final das contas, voltamos ao hotel e nos encontramos com outro grupo da excursão no lobby, e ficamos ali, jogando conversa fora e tomando chopp, até depois da meia-noite.

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