sábado, 12 de outubro de 2013

As aventuras da baianada! :)

Eu cheguei a comentar com alguns que, quando terminasse a viagem, faria alguns posts sobre algumas coisas que ficaram de fora nos posts do dia, seja porque não lembrei do ocorrido na hora ou porque não tinha detalhes suficientes naquele momento.

Pois bem, chegou a hora de contar algumas das aventuras dos nossos queridos amigos de viagem baianos, 2 casais que estavam sempre de alto astral e nos renderam boas risadas com suas confusões.

Uma delas, a dos casacos pendurados pela etiqueta no Teatro Mariinski, eu já contei aqui. Agora é a hora de contar sobre dois outros eventos que eles protagonizaram.

macdonaldsO primeiro deles foi no dia da chegada a Oslo. Era noite, estava chuviscando e fazia um frio de -1˚C. O desafio era comer alguma coisa, já que estavam com fome. Note que na Noruega tudo é caro, e não é diferente com a comida. Assim, a decisão acabou sendo por um lanche. Depois de passarem sem sucesso por algumas outras lanchonetes, acabaram se deparando com um Mac Donalds, que até então nem era considerado elegível para comer algo.

Bem, enquanto as mulheres iam ao toilette, os homens ficaram com a responsabilidade de comprar o lanche e, ao reencontrarem suas esposas, disseram que haviam economizado 1 coroa, já que custa menos para comer do lado de fora. Comer do lado de fora? Ao ar livre? Em um frio de -1˚C? Chuviscando?

No final das contas, as mulheres se rebelaram e se recusaram a ir para fora, e ninguém do Mac Donalds reclamou. Acho que ficaram com pena delas. Detalhe: sabe quanto custa 1 coroa norueguesa? Menos de 50 centavos de real! rsrsrs :D

whiskyEm outra ocasião, agora na Suécia, eles estavam acompanhados por outro casal de amigos de viagem, de Pernambuco, quando foram jantar em um restaurante. Como não tinha lugar vago, todos ficaram no bar, aguardando mesa. Olhando o cardápio, viram o whisky custando algo como 22 sek/d. E os nossos amigos logo deduziram que a dose do whisky custava 22 coroas. Então, um falou para o outro que a dose do whisky estava muito barata e então começaram a beber whisky. O barman gesticulou se devia colocar mais, e como a garrafa já estava no fim, eles entenderam que era o "chorinho"... E disseram: "more, more....". O barman trouxe outra garrafa e eles emendaram as doses... até que uma de nossas heroínas alertou: "Pessoal, parem de beber, porque eu acho que vocês se enganaram. O "d" não é de dose, mas de decilitro!"

copo_whiskyJá imaginou, né? A esta altura do campeonato, os baianos já haviam consumido 6 doses cada um! Questionados sobre quantos decilitros tinham em uma dose, os atendentes disseram que uma dose continha em torno de 4 a 6 decilitros! A conta veio bem salgada e por sorte eles conseguiram um desconto argumentando que não havia sido feita nenhuma medição para garantir se tinha 4 ou 6 decilitros. De uma forma ou de outra, pelas risadinhas dos atendentes e do barman, ficou claro que estes perceberam a confusão dos brasileiros e não falaram nada, o que eu, particularmente, considero má-fé...

Então fica a dica: Não é só no Brasil que existem espertinhos! E cuidado com a indicação de dosagem das bebidas. É melhor perguntar antes e ter bem claro ao que corresponde o valor impresso no cardápio do que ser surpreendido por contas astronômicas.

Ah! E pensam que a conta salgada se resumiu ao whisky? As mulheres novamente ficaram revoltadas com a confusão dos homens e impuseram uma prenda: cada um teve que pagar um casaco novo para sua esposa. Sem reclamar! :)

Nenhum comentário:

Postar um comentário