Visitamos o centro Awana Kancha, onde o guia explicou a diferença entre vicuñas, alpacas e lhamas e a relação entre esses e outros animais da mesma família, como o camelo e o guanaco. O passeio é bem interessante. O pessoal do lugar nos dá um ramalhete de planta verde que as lhamas, alpacas e vicuñas adoram para nós as alimentarmos. Depois ainda podemos ver a transformação das linhas em diversos trabalhos têxteis pelas mãos habilidosas do pessoal dali, alguns tecendo com teares e outros com as próprias mãos. No fim, uma grande loja apresentava os produtos tecidos para venda.
Na parada para fotos no Mirador Taray, se avista o Rio Urubamba, que mais a frente vai desaguar no Rio Amazonas.
Ainda antes do almoço, fizemos uma outra parada, mais longa, na feira de artesanato de Pisac, onde se encontra uma infinidade de produtos artesanais - roupas, mantas, echarpes etc.
A surpresa do almoço não foi a comida, mas o local onde comemos. Os jardins da "Soneta Pousadas del Inca" eram lindos e renderam muitas fotos.
Ainda visitamos Ollantaytambo, templo usado como fortificação durante as guerras civis incas. O lugar é impressionante e vale a pena visitar. Sobe-se até o topo da montanha por uma escadaria de matar. Fiquei preocupada com o meu pai, mas ele foi guerreiro e chegou até lá em cima.
No fim do dia, chegamos ao hotel, o Aranwa Sacred Valley - resort e spa. Pena que já estava anoitecendo, pois o lugar é lindo, construído aproveitando as antigas instalações de uma hacienda. Tem uma capela (Capela Señor de Los Vientos) no centro que é uma graça, toda restaurada, com altar todo dourado, e fica toda iluminada à noite. As piscinas também são convidativas, uma delas é quente com hidromassagem. O hotel também dispõe de biblioteca, sala de cinema, um mini-shopping com lojinhas que abrem às 6 da tarde, museu e ainda um orquidário. E mais: toda a área do hotel possui internet wireless. No quarto, uma banheira de hidromassagem nos convida a relaxar...
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