quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Navegando nas águas do Mar Báltico

Durante o café da manhã de 30/09, nos encontramos com diversos dos nossos companheiros de excursão, alguns dos quais estavam indo embora naquele dia. A despedida tipicamente brasileira, com beijos, abraços e brincadeiras chamou a atenção dos gringos à volta, que ficaram nos olhando com curiosidade.

Para evitar ficarmos presos pelo horário, arrumamos logo as malas e fizemos o checkout. Deixamos as malas no hotel e saímos para "bater perna".

Depois do almoço, nos encontramos novamente com o grupo no momento de deixar o hotel rumo ao navio Silja Symphony, que nos levaria durante a noite à Helsinki.

O navio é quase a mesma coisa que o do percurso Copenhague - Oslo. As lojas do Duty Free tem maior variedade de produtos. O quarto é praticamente do mesmo tamanho; a diferença é que são só 3 camas, uma delas suspensa. Tanto essa quanto a cama de baixo podem ser fechadas, ampliando o espaço da cabine. De qualquer forma, o espaço é restrito, ainda mais para quem for o escolhido a dormir no alto. Aliás, como é que faz se forem 3 idosos dividindo o quarto? Sempre que vejo essas soluções de beliche, fico me perguntando se costuma ocorrer algum acidente à bordo durante a subida/descida da cama...

Durante o pôr do sol, dei uma passada na proa do nosso andar, encoberta mas com janelas sem vidro. Havia um outro navio, idêntico ao nosso nos seguindo. Provavelmente era o que ia para Tallinn, ma Estônia. O caminho é praticamente o mesmo, só o finalzinho da rota que muda. Enquanto subimos para Helsinki, O navio de Tallinn desce, em direção à Estônia.

O jantar foi super animado, já que todos já haviam se entrosado. Mais uma vez chamamos a atenção de todos, mas acho que empolgamos uns japas da mesa ao lado, pois eles pareciam bem animados depois... A comida estava boa, com destaque para a salada.

Depois do jantar, passeamos pelo navio, pedimos à pianista que estava no salão Promenade para tocar "Garota de Ipanema" enquanto cantávamos, e depois ainda assistimos a um show no Night Club Atlantis.

A parte ruim da viagem de navio foi que nos colocaram bem afastados do resto do grupo (eles na proa e nós na popa). O navio não balançou quase nada, apesar de estarmos atravessando as águas do Mar Báltico. Em compensação, o navio tremia todo. Inicialmente pensamos que fosse porque estávamos muito próximos à casa de máquinas, mas depois o resto do povo comentou a mesma coisa... Ou seja, o problema era geral.

Quanto à Internet à bordo, esta era muito, mas muito fraquinha, e não pegava na cabine, o que me fez montar meu "escritório" no hall do elevador (notebook, mouse, hd, bloquinho, caneta...), e mesmo assim não foi produtivo, tanto que não deu para postar no dia 30! :(

terça-feira, 1 de outubro de 2013

A grande Estocolmo

A manhã do dia 29 foi toda ocupada pelo citytour com a guia local Nair, uma portuguesa que não tinha o sotaque tão carregado quanto o Gonçalo, guia de Bergen. O citytour aqui também foi bem longo, de 4 hs. É tanta informação que não conseguimos assimilar tudo.

Os destaques vão para a escultura de Diana (a caçadora), a ilha dos museus, onde estão localizados o Vasa e o museu nórdico, a Prefeitura de Estocolmo, a cidade velha e a rua de pedestres.

Vasa é o nome de um navio construído cheio de esculturas que naufragou 7 minutos após deixar a baía de Estocolmo. O navio ficou 333 anos no fundo do mar e só foi recuperado na década de 60. Passou então 18 anos sendo restaurado e virou um museu.

Já o Museu Nórdico conta toda a história da Suécia.

Infelizmente, com tão pouco tempo em Estocolmo, não deu para visitar esses museus. Fica para a próxima.

A Prefeitura de Estocolmo também é interessante. Vale a pena ir lá se houver oportunidade. Só pode entrar com guia local e entramos ali durante o citytour mesmo. É ali que é feita a entrega dos Prêmios Nobel, com exceção do Prêmio Nobel da Paz, que é entregue em Oslo.

Aliás, não entendo por quê fazem tanta onda com o Nobel. O "cara" era chamado de cientista maluco e mercador da morte, afinal ele é o pai da dinamite. Tudo bem que ele achava que tanto poder faria com que as nações se desarmassem, mas como vemos por aí, o inferno está cheio de boas intenções...

Por outro lado, a dinamite também diminuiu fronteiras e permitiu o progresso, na medida em que abriu caminho para que túneis e estradas fossem criados. Talvez esse seja seu maior legado.

A cidade velha é cheia de ruelas com comércio que, assim como na rua de pedestres, abre inclusive aos domingos. Vale se perder por ali, explorar os recantos e desvendar a história por trás de obras pitorescas.

Uma delas é de São Jorge matando o dragão e salvando a princesa, coberta de vegetação. De acordo com os suecos, o dragão é a Dinamarca e a princesa é a Suécia.

Outros 2 achados por ali foram uma estranha maçaneta em uma porta e uma pequenina estátua de um homem nu sentado. O povo achou que ele esta com frio e o agasalhou com cachecol e gorro, e desde então ele está sempre rodeado de moedas e balas, para tornar a vida dele mais doce e mais rica. É a Fontana de Trevi deles! :)

Almoçamos em um restaurante em frente ao hotel, e continuamos olhando o comércio das redondezas. Voltamos por volta de 18hs para o hotel, já que a grande maioria das lojas já tinha fechado.

À noite, nos encontramos com nossos colegas de excursão no hall do hotel e seguimos até o IceBar, ali do lado. A entrada, que dá direito a um drink, custava 190 SEK! Achamos muito caro. É legal somente se você nunca foi e mora nos trópicos. Se estiver em grupo (o seu grupo) fica mais legal, já que dá para fazer uma baguncinha. No IceBar, você entra em uma salão pequeno (não é muito grande) onde tudo é feito de gelo, até o copo. Aliás, se quiser levá-lo para casa de lembrança, também pode... Só duvido que vai chegar lá :). Tem esculturas de gelo, algumas bem legais e outras nem tanto. Os locais para sentar também são feitos de gelo, e eles colocam umas peles sobre o gelo para você poder sentar. A temperatura ali é bem gelada, e você não aguenta ficar muito tempo. Para tomar a bebida, tem que usar a luva, que é fornecida junto com a roupa para aguentar o frio dali.

Nosso grupinho estava decidindo se entrávamos quando saíram 3 pessoas, para as quais resolvemos perguntar se valia à pena. Acredita que eram brasileiros? Nós vamos dominar o mundo! Atualmente, só dá Japão e Brasil! Outro dia até rolou uma conversa em mímica entre nós e um japa simpático com sua esposa! Mas isso já é outra história... Enfim, não sentimos muita empolgação dos brasileiros e resolvemos não entrar. Para não ficar em branco, tiramos essa foto aí ao lado, na parede de fora do IceBar! Que tal? :)

No final das contas, voltamos ao hotel e nos encontramos com outro grupo da excursão no lobby, e ficamos ali, jogando conversa fora e tomando chopp, até depois da meia-noite.

domingo, 29 de setembro de 2013

De Oslo a Estocolmo

O sábado foi de mais um dia na estrada, dessa vez entre Oslo, na Noruega, e Estocolmo, na Suécia. Saímos às 9hs da manhã e passamos o dia inteiro viajando, chegando somente às 5:30hs da tarde no Radisson Blu Royal Viking, onde nos hospedamos. O tempo oscilava entre a chuva e o sol, e em vários trechos, os dois juntos.

No caminho, tivemos as tradicionais paradas para banheiro, cafezinho e a de almoço. Na primeira delas ainda tivemos oportunidade de pegar o reembolso do Tax Free.


Nosso hotel da vez, o Radisson Blu Royal Viking, foi o melhor até agora, embora não tenha cofre no nosso quarto e a TV ainda seja daquelas de tubo. Nem liguei, não vou ter tempo de ver TV mesmo. E mesmo que tivesse, o que importa é estar funcionando! O importante é que é um quarto e sala bem espaçoso, com banheiro enorme! Tem chuveiro separado e uma banheira de hidromassagem! Show!

Saímos logo em uma breve caminhada pelas redondezas do hotel até o início da cidade velha.

sábado, 28 de setembro de 2013

Conhecendo a capital da Noruega

A noite anterior (26/09) foi de temperaturas bem frias, chegando abaixo de zero (-1oC)! Para dormir, no entanto, foi uma delícia! Nada daqueles quartos absurdamente quentes, esse era até mais friozinho.


Pela manhã tivemos um citytour de 3hs em Oslo. Nosso guia local, o Mathias, era um argentino muito simpático e que falava português muito bem. Ele também chegou a nos ensinar umas poucas palavras em norueguês, mas acho que a única que o povo gravou foi "travesseiro", que é... "pute"! Agora imagina um brasileiro pedindo um novo travesseiro na recepção sem falar inglês e muito menos norueguês!!!! Pode até sair briga! hahaha

Os destaques do citytour foram para o prédio da Opera House, a rampa de salto de esqui, o Parque Vigeland, o Museu do Navio Viking e a Prefeitura de Oslo.

Durante o citytour fizemos 3 paradas. Uma delas foi no Parque Vigeland, que possui mais de duzentas obras de bronze e granito. O engraçado é que, não se sabe por que, uma dessas estátuas, uma criancinha nua chorando e com uma cara super fechada, está na lista das estátuas mais bizarras do mundo. Não que a estátua do garotinho seja bizarra. O bizarro é a atenção que ele tem recebido dos visitantes...

Outra parada rápida para fotos foi na rampa de salto de esqui, que está para a Noruega como o Maracanã está para o Brasil. No inverno, ela fica coberta de neve e há competições de saltos ali.

Oslo tem muito lugar para esquiar no inverno, e como o dia é curto, as pistas são iluminadas.

Outra parada foi em frente ao Museu do Navio Viking. A entrada não estava incluída, mas como todos quiseram entrar, pagamos a tarifa de grupo, 50% mais barata. O museu é pequeno, e possui 3 barcos vikings de cerca de 1000 anos atrás. Eles foram encontrados enterrados com os corpos dentro e daí, descobriu-se que quando um viking mais importante morria, ele era enterrado em seu barco com todos os seus pertences, pois acreditavam que teriam outra vida... Alguma semelhança com os faraós do Egito?

O citytour terminou em frente à prefeitura de Oslo. É interessante entrar ali para ver as pinturas nas paredes. Dali, seguimos para a orla, tipo o Porto Madeiro de Buenos Aires. Almoçamos ali, no Olivia. Estávamos precisando comer comida de verdade, pois não dá para ficar o tempo inteiro na base de sanduíches e hotdogs (o mais barato por aqui). Sim, a Noruega é cara. Muito cara! Para se ter uma ideia, 1 litro de gasolina custa o equivalente a 6 reais, e olha que eles tem muito petróleo por aqui. Um prato com carne não sai por menos de 250 NKK (cronos noruegues), o que dá uns 93 reais, e uma massa não sai por menos de 150 NKK, uns 56 reais. Apesar do tão falado bacalhau norueguês, não o vi no cardápio dos restaurantes.

Depois do almoço, ficamos mais um pouco na região da orla e depois demos uma volta na rua de pedestres. Em um trecho da orla, tinha uma escultura representando a branca de neve e os 7 anões. Não entendi o que aquilo fazia ali, mas percebi uma certa semelhança entre os anões e os trolls... Será que os anões eram, na realidade, trolls?

Oslo está toda em obras, sendo modernizada, e provavelmente daqui a algum tempo teremos uma outra cidade. E não é na capital. Também vimos muitas obras nas estradas por onde passamos, sejam de duplicação ou simplesmente melhorias. Também estão sendo construídos túneis enormes, de uns 6 km, inclusive com rotatórias dentro! Ou seja, a diferença é que eles tem retorno do altíssimo imposto pago. E ainda recebem o suficiente para viver no alto custo de vida daqui.

Comparando com a região dos fiordes por onde passamos, Oslo me pareceu meio sem graça. E olha que também tivemos um dia lindo por aqui! Amanhã seguimos nossa viagem para Estocolmo! E estou calma, sim! :)

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Deixando a região dos fiordes da Noruega

Nosso último trecho nos fiordes foi de Balestrand até Oslo. Foi um longo dia na estrada: cerca de 400 km percorridos em 9hs, passando por 2 travessias de ferry e muitos, muitos túneis, sempre margeando os fiordes, com belas paisagens e um espelho d'água fabuloso. Também tivemos paradas para banheiro e um breve lanche e para duas breves visitas, ambas em Lærdal.

O trajeto completo está assinalado no mapa acima, obtido a partir da gravação do percurso via GPS. Infelizmente, a bateria do celular acabou um pouco antes de nossa chegada ao hotel, por isso o percurso termina um pouquinho antes de chegar a Oslo.


Na primeira parada, visitamos as antigas casas de madeira, ainda habitadas e muito bem conservadas. Muitas delas tem o telhado coberto por uma gramínea, conforme eu já comentei aqui no blog. Mas o que roubou a cena foi uma casinha de cachorro no mesmo estilo da casa maior, inclusive as cores! Harmonia total! :)

Pouco depois dali, visitamos 2 igrejas vikings, uma ao lado da outra, que datam de 1180. Uma delas, a Igreja de Madeira de Borgund (Borgund stavkyrkje) possui nave tripla e é a melhor preservada das 28 igrejas de madeira na Noruega.


O hotel em que nos hospedamos em Oslo foi o Radisson Blu Scandinavia. Bem localizado, o quarto tinha um bom tamanho, internet grátis, cofre e um bom banheiro (tinha box!!! :)) e uma varandinha que dava para uma "laje". Se o resto da excursão estivesse nos quartos ao lado daria para fazer um happy hour!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

"Norway in a Nutshell"

Saímos cedo de Bergen para o que, talvez, fosse o dia mais emblemático de nossa passagem pelos fiordes noruegueses. Precisávamos de um dia ensolarado e mais uma vez, São Olavo (padroeiro da Noruega) e São Pedro nos ajudaram.

O primeiro percurso do dia foi de ônibus até Voss. Ali, embarcamos em um trem turístico até a cidade de Myrdal, onde trocamos de trem, agora indo para Flåm. Este, ia subindo a montanha passando por cânions, fiordes, cascatas, etc., até chegar a Flåm. A paisagem era belíssima e o trem ainda faz uma parada para fotos em frente a uma cachoeira. O povo salta do trem, tira as fotos em uma plataforma-mirante e volta para o trem, para seguir viagem.

Eu já tinha lido sobre a combinação de trem e barco por essa região, passando por Flåm, em um post do Ricardo Freire no blog "Viaje na Viagem" e no post do Breno. É o Norway in a Nutshell, um percurso que pode combinar ônibus, trem e barco e que é um resumo da região dos fiordes noruegueses. Na época em que li os blogs e soube desse "Norway in a Nutshell", eu já tinha fechado a excursão.

Por isso, quando a guia nos falou que faríamos esse roteiro, fiquei super feliz!


Tivemos tempo livre em Flåm, uma pequena cidadezinha simpática encravada em meio aos fiordes, para almoçar e explorar o lugar.

O último trecho do nosso percurso do dia foi de barco, que pegamos ali em Flåm mesmo até Balestrand. Durante as cerca de 2 horas de percurso, o espaço na área externa do barco foi disputado, mesmo com a temperatura baixa e o vento gelado.



O engraçado foi que em um determinado momento, eu voltei para a área interna, peguei o celular e liguei o WIFI. Para minha surpresa, o barco tinha Internet grátis e tomadas em baixo das mesas! Coloquei meu celular para carregar e a minha mãe, quando vi que tinha internet, pegou logo o tablet e ligou para minha irmã. A conexão era tão boa que era possível falar super bem com audio e vídeo pelo skype.

A informação de que havia internet e tomadas a bordo se espalhou feito rastilho de pólvora pelo pessoal da excursão! Então, a área externa esvaziou e a interna se encheu de gente. Foi um silêncio total! Minha conclusão é que internet associada a esses novos e maravilhosos gadgets são mesmo um "sossega-leão"! E não apenas para crianças, mas para adultos também!!! :)

Desembarcamos em Ballestrand às 17 hs e nossas malas já estavam na porta do quarto. Deixamos as coisas no hotel e eu me separei dos meus pais para fazer um das trilhas naturais de Balestrand. Como já era bem de tardinha e aproximava-se o horário do sol se pôr, não quis arriscar em uma trilha longa, assim fiz um percurso menor, de uns 4 a 5 km, em um circuito.

No meio do caminho encontrei umas ovelhas que devem ter me achado um ET, tal a forma com que olharam fixamente para mim! E no finalzinho da trilha ainda peguei uma chuvinha, nada muito forte.

A trilha foi legal, mas fiquei controlando muito o tempo e a distância, e não quis arriscar, mas acho que alguma das trilhas deve levar até o alto do morro, onde deve ter uma vista fabulosa.

Luzes do pôr do sol
Luzes do pôr do sol

Pôr do sol
Pôr do sol
Cheguei de volta ao hotel às 7:30 PM, ainda em tempo de ver o espetáculo de cores do pôr do sol no céu. Parecia até uma aurora boreal! À noite tivemos mais uma refeição incluída. Foi mais uma confraternização do grupo.

Como vocês puderam ver, o dia foi longo e não sobrou muito tempo para o blog, por isso estou atrasada com ele, mas vamos em frente conhecer mais um pouquinho da Escandinávia e da Rússia!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

De Lofthus a Bergen

Amanhecer no Hotel Ullensvang
Amanhecer no Hotel Ullensvang
O dia amanheceu ainda mais bonito do que o dia anterior! Vimos o fiorde Hardanger com as luzes do sol logo cedo e corremos para tirar mais fotos. Infelizmente, tivemos que deixar o hotel cedo, às 8:30 para seguir a viagem, dessa vez com destino a Bergen.

O fiorde Hardanger ao amanhecer
O fiorde Hardanger ao amanhecer
Com o belo dia e a paisagem deslumbrante, continuamos tirando fotos e mais fotos. Fizemos uma parada rápida em Voss.

Pegamos apenas um pouco de cerração na estrada, mas o tempo estava bem firme.

Amanhecer no Hotel Ullensvang
Amanhecer no Hotel Ullensvang
Chegamos a Bergen, a capital dos fiordes noruegueses e que já foi capital da Noruega por 600 anos, por volta do meio-dia. Após um tempo livre para almoço, tivemos o city tour às 14hs.

Fiquei com a impressão de que Bergen guarda algumas semelhanças com o Rio de Janeiro. A cidade está entre o mar e a montanha, o solo de Bergen é duro como o do Rio, ambos de granito. A gasolina em Bergen é caríssima, embora a Noruega seja rica em petróleo: outra semelhança com o Rio...

O grupo durante o citytour
O grupo durante o citytour
Sinceramente, o citytour em Bergen poderia ser reduzido pela metade, sem prejuízo. Muitos dos lugares por onde passamos não tinha relevância alguma e apenas queimou um precioso tempo de sol e céu limpo, coisa raríssima nessa cidade que, devido às correntes marítimas quentes do Golfo do México, está entre as que mais chovem no mundo.

Fantoft Stavkirke
Fantoft Stavkirke
O guia local, um português de Lisboa, ainda falava com um sotaque carregado, e muita gente da excursão reclamou que não entendia o que ele dizia. Particularmente, eu não tive problema com ele...

Em uma das paradas do citytour, passeamos pelas primeiras casas da região. Outra parada foi para ver uma igreja cristã de madeira, a Fantoft Stavkirke. Construída por volta de 1150 em um vilarejo próximo ao Sognefjord, a igreja foi destruída em 1997 em um incêndio premeditado, e reconstruída no local atual em 1997, com acesso através de um bosque.

Do alto do Floyen
Do alto do Floyen
Após o citytour, subimos no Funicular Floibanen, que nos levou até o topo do Floyen (320 metros acima do nível do mar), onde se tem uma bela vista de toda a cidade. O acesso ao funicular (80 kronos por pessoa para ida e volta) está localizado bem no centro da cidade e a subida até o topo leva em torno de 10 min, com algumas paradas no caminho (acho que tem um direto, mas o que pegamos fazia paradas).

Infelizmente, chegamos lá no alto já de tardinha, e o dia já não estava tãaaaooo bonito quanto antes. O tempo não estava ruim, mas com uma névoa no céu, que prejudicava um pouco a visibilidade.

Centro da Bergen
Centro de Bergen
Centro da Bergen
Centro de Bergen
Durante o horário do almoço e após o Funicular, deu para conhecermos de perto as casinhas coloridas e com inclinação para um ou para o outro lado e o mercado de peixes (o a céu aberto e o coberto). No mercado coberto, tinha um português simpático que mostrou os diversos tipos de peixe para a minha mãe.

Chegamos de volta ao hotel lá pelas 20 hs, depois de tirarmos algumas fotos noturnas.

Assim que eu arrumar um tempinho para selecionar as fotos e fazer o upload delas, eu edito o post para incluí-las...