terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Diversão no mundo marinho

Sea World
Sea World
Dia 05, como sempre até então, amanheceu radiante. Fomos ao Sea World e, para nossa sorte, pegamos o parque um tanto vazio. Ainda assim, são muitas atrações e não dava para assistir a tudo, de modo que tivemos que fazer algumas escolhas e abdicar de alguns brinquedos ou shows.

Assim que chegamos, fui logo na montanha-russa localizada bem na entrada do parque: a Manta! Aliás, foi a que mais gostei dentre todas as que fui nesta viagem. A cadeira tem um sistema de proteção que prende a pessoa em cinco pontos: na cintura, entre as pernas e na altura dos ombros, sendo que a parte dos ombros é um acolchoado, para não machucar nada. Ah! E as pernas também ficam presas! Outra coisa que observei foi que, ao contrário das montanhas-russas na Universal, na Manta não fica nenhuma estrutura ao lado da cabeça, o que evita machucar as orelhas nas curvas mais radicais. Mas então, logo que você é preso à cadeira, ela inclina de modo que você fica olhando para o chão, e parte assim! No trajeto, você passa rente ao lago, espirrando água! Muito boa!

Show das baleias orcas
Show das baleias orcas
Em seguida, assistimos ao show das baleias orcas Shamu, bem legal.

Saindo dali, a Suzana e a minha mãe foram assistir ao show do leão marinho. Enquanto isso, eu, o Pedro, a Raquel, a Silvia e o Caio fomos ao Journey to Atlantis. O problema é que deu algum problema e ela entrou em manutenção. Nos deram um ticket para voltar mais tarde e furar a fila.

O almoço, que havíamos reservado logo ao chegar ao parque, foi no Shark Underwater Grill. O restaurante temático é cercado por um imenso aquário, e você almoça vendo os peixes e tubarões passeando pelas paredes do aquário. Também comi muito bem ali, embora a refeição do T-rex tivesse sido melhor. Também achei a refeição cara. Logo ao lado, no Shark Encounter, observamos vários peixes e tubarões nos aquários, bem bacanas.

Shamu´s Happy Harbour
Shamu´s Happy Harbour

Dali, fomos ao Shamu's Happy Harbor, uma área reservada para crianças, onde uma imensa estrutura de túneis e redes, de uns três andares, faziam a alegria da garotada, que passava correndo de um lado a outro, escalando as redes e percorrendo os caminhos como ratinhos. O problema é que você perde a criança de vista. O Pedro e a Raquel se divertiram muito ali e, depois de um tempo, tiveram que ser resgatados pelo Caio, que teve que entrar naquele labirinto para encontrá-los.

Wild Artic
Wild Artic

Dali, fomos à atração Wild Artic. Nela você escolhe se quer ir à pé ou de helicóptero e, claro, preferimos a última opção! O helicóptero, na verdade, é um simulador que imita os movimentos e sensações de uma viagem ao pólo ártico, com direito a alguma emoção. Ao chegar lá, quando você acha que o passeio terminou, você percebe que entrou em um mundo de gelo, com paisagens e animais típicos da região, inclusive uma beluga! Gostei muito do passeio!

Outra parada por ali, na mesma área, foi na Shamu Express, uma montanha russa infantil bem legal.

Raquel e Pedro preparados para Journey to Atlantis
Raquel e Pedro preparados para Journey to Atlantis
Saímos de lá rumo à Journey to Atlantis. Dessa vez, ela estava funcionando, mas a fila era tão pequena que nem usamos o passe que nos haviam dado. A Journey to Atlantis é uma montanha russa que intercala trechos no trilho e na água. Na última descida, não tem jeito: você se molha.

Ali ao lado fica a outra atração radical do parque: a montanha-russa Kraken, que eu e o Caio enfrentamos! É outra montanha-russa ótima, a mais alta de Orlando e, em seu trajeto, tem até um pequeno túnel. Estava vazia e pudemos repetir o passeio!

Já era próximo ao horário de fechar o parque, mas ainda conseguimos repetir o passeio por Journey of Atlantis. O Pedro, no entanto, não quis ir dessa vez, e ficou com a Silvia.

Enquanto nos divertíamos nas atrações mais radicais do parque, minha mãe e minha irmã preferiram assistir aos shows. De acordo com elas, o show dos golfinhos é fantástico, o melhor dentre os shows. Elas lamentaram nós não termos assistido. Pois é... um dia é pouco!

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