Achei pouca a diversidade de chapéus nas lojinhas da Disney, mas mesmo assim deu para experimentar alguns exemplares... Qual vocês acharam melhor?
Achei pouca a diversidade de chapéus nas lojinhas da Disney, mas mesmo assim deu para experimentar alguns exemplares... Qual vocês acharam melhor?
O avião, como já era de se esperar, era um 767 bem velhinho, daqueles antigos com meia dúzia de televisões para mais de 200 pessoas, e esse era o único entretenimento.
Achei até engraçado a quantidade de pessoas reclamando da American Airlines e dizendo que jamais voltariam a voar por ela. Bem que dizem que ela está quase falida... Enfim, tendo opção, também prefiro outra companhia... Sempre tive problemas de atraso com a AA.
Nossa ideia inicial era visitar o Wonderworks e o Believe It of Not, mas desistimos quando vimos o preço da entrada. Em torno de 20 dólares por pessoa. Assim, demos apenas um passeio pelas redondezas e fomos almoçar no Olive Garden da International Drive.
Passamos parte da tarde no hotel mesmo, e o Pedro aproveitou o parquinho, que não tinha tido a oportunidade de visitar até então.
A ida até o aeroporto foi bem tranquila e a devolução do carro foi mamão com açúcar. Você segue as placas até o aeroporto e ao chegar lá segue as placas que indicam a devolução de carros. A verificação do carro é bem rápida e ainda oferecem um carrinho desses de hotel para levar as malas até a área de checkin. Muito eficiente.
O checkin da American Airlines, por outro lado, deixa a desejar... Uma tendência que tenho observado é que as companhias aéreas tem substituído cada vez mais os funcionários por máquinas de checkin. Até aí tudo bem, se não fosse a máquina, em dado momento, pedir para entrarmos em contato com um funcionário da companhia. Dai ele tem que vir até o terminal e passar o crachá para dar continuidade ao checkin. E despachar a bagagem? A máquina de checkin pergunta quantas malas está levando e imprime as etiquetas, que você mesmo tem que colocar nas malas - sem orientação... Nada muito complicado, mas qualquer erro nessa hora e sua mala pode parar em outro canto do mundo.
Mas eu disse lá em cima que tinha tido uma surpresa neste dia, não é? Pois então, ela veio em Miami, e não foi boa... Na chegada, estranhamos indicarem a conexão para Brasília, São Paulo e Belo Horizonte, e nada para o Rio. Ao consultarmos um painel de partidas vimos que o nosso vôo estava atrasado e que a previsão de embarque era 8:00 AM!!!! O nosso vôo era às 11:20 PM! Resultado, todos os passageiros tiveram que fazer fila em um guichê para remarcar o vôo.
Recebemos vouchers para hotel, jantar, café da manhã e transfer aeroporto - hotel - aeroporto. O problema é que esse processo foi bem demorado. Só saímos do aeroporto por volta de 00:30 AM.
Questionada sobre o motivo do atraso, a senhora que nos atendeu limitou-se a dizer: "Maintenance". Uma outra ainda disse que isso ocorria de vez em quando. Era normal. Pois é! Os aviões da American Airlines são tão velhos e sucateados que dá nisso. E depois falam que essas coisas só acontecem no Brasil... O atraso da American Airlines era o maior dentre os vôos para o Rio!
O transporte para o hotel era em vans, e não em ônibus. Tinha que seguir até a área de "Baggage Claim" e procurar o Shuttle da American Airlines. Daí, não podia entrar na van que estava ali, tinha que falar com um cara para ele pedir uma van vir nos pegar. Ainda deu uma confusão porque o cara solicitou 2 carros para um grupo que estava a nossa frente, mas eles queriam ir todos juntos na mesma van. Dai, o motorista da segunda van nao queria nos levar e queria levar um pedaço do outro grupo. Acabamos pegando outra van. Outra coisa chata é que a volta para o hotel tinha que ser agendada por telefone. Por sorte, o nosso motorista emprestou o próprio celular e minha irmã conseguiu marcar nossa volta para... 5 AM!
Enfim, melhor consertarem o que quer que estivesse com problemas do que viajar em um avião com problemas... Como o que não tem remédio, remediado está, vamos brincar de Polliana... Pelo menos o hotel era bom! Um Marriot! :)
Outro ponto importante de se mencionar foi o wifi oferecido pela Disney nos parques. Funcionava muito bem, facilitava os encontros e evitava que as pessoas se perdessem uns dos outros. No nosso caso, havíamos adquirido 2 chips no Brasil, na CelTravel, para minha mãe e minha irmã. O acordado seria que eu pegaria o celular de uma ou de outra quando me separasse. Nos parques da Disney, isso não era preciso, já que eu conseguia me contactar com elas pelo Skype ou pelo Viber, usando a internet da Disney no meu iPod. Ponto para eles e ponto negativo para a Universal, que ficou devendo a mesma cortesia.
A outra grande estrela foi o GPS. Ele se mostrou fundamental na viagem. Como contratamos o carro sem o GPS, utilizamos o dos celulares: o Mapas, do Google. E ponto para ele também. Funcionou muito bem. Era só escrevermos o destino, ele apontava os possíveis endereços, no caso de mais de um, você escolhia para onde ir, e ele montava a rota. Daí, era só acionar o navegador!
A primeira ilha pela qual passamos foi a Ilha do Marvel Super Hero. Enquanto a minha irmã providenciava o carrinho para o Pedro, aproveitei e fui logo na montanha russa do Hulk, a The Incredible Hulk Coaster. O bacana dessa montanha russa é que ela começa em um túnel e logo em seguida dispara trilho acima em velocidade. Ela também é bem radical, cheia de parafusos, e tem o mesmo problema da trava ao lado da cabeça, o que pode machucar um pouco as orelhas depois de tantos parafusos.
Saindo dali, eu e o Pedro fomos logo ao "The Amazing Adventures of SpiderMan", um simulador que mistura cinema 4D com movimentos, em um sincronismo impressionante. Muito legal!
Passamos pela ilha Popeye and Bluto's Bilge-Rat Bargs sem encarar as atrações, já que nesta ilha, todas elas molham bastante! Ainda assim, a decoração ali à volta é bem legal.
O cenário muda completamente quando se adentra a ilha Jurassic Park. Preferimos enfrentar um pouco de água aqui, na atração "Jurassic Park River Adventure". O passeio é bem light, passando por alguns dinossauros antes entrar em um galpão e ser quase atacado por um tiranossauro rex. Antes de ser pego por ele, o carrinho despenca em uma queda d'água que pode molhar bastante! Achei que o trajeto inicial poderia ser melhorado, tanto incluindo mais dinossauros quanto agitando um pouco mais o percurso. Já o final é bem bacana!
Nessa ilha, ainda levei o Pedro na atração Pteranodon Flyers, onde adultos só entram acompanhados de crianças. Na verdade é apenas um sobrevôo, curto demais, em uma espécie de teleférico imitando uma asa delta. Como o vôo é bem curto, a atração não dá vasão e você sai de lá com um gostinho de quero mais e de "só isso?". Também faltou ter uns dinossauros pelo caminho, ainda que apenas cenográficos.
A saída dessa atração é no Camp Jurassic, uma perdição para as crianças. É um labirinto de cavernas, túneis e redes que deixa os pais em desespero pois é muito fácil perder alguém ali. O que vale é que, qualquer que seja o caminho que a criança tome, ela terá que passar pelo portal de entrada da atração Pteranodon Flyers.
Saindo de Jurassic Park, chegamos à ilha de Harry Potter.
A nova atração do Harry Potter é realmente ótima! Ela segue o estilo da atração do SpiderMan, mas é mais intensa e em alguns momentos assustadora, intercalando percursos em simulador com cenário 4D e por dentro da escola de Harry. Foi uma das melhores atrações da viagem.
Ainda na ilha de Harry Potter tem uma montanha russa infantil bem legal para as crianças sentirem o gostinho da adrenalina: a Flight of the Hippogriff. O Pedro e a Raquel adoraram.
Outra atração, dessa vez mais radical, é a Dragon Challenge, uma montanha russa dupla. Na verdade são duas montanhas russas entrelaçadas, uma azul e outra vermelha, que seguem percursos distintos. Como ela estava vazia, fomos duas vezes, uma em cada "dragão". Uma característica da Dragon Challenge é que o trilho dela fica sobre nossas cabeças e as pernas ficam soltas, o que não costuma ocorrer nas montanhas russas. Vale observar que andamos muito desde a entrada da atração até chegar ao embarque na montanha russa, ou seja, se chegar na entrada da atração e tiver cheia, prepare-se para esperar muito...
Na ilha do Harry Potter também vale explorar as lojinhas, muitas vezes camufladas em casinhas que parecem apenas cenográficas. Lá dentro, vendem desde pins e chaveiros tradicionais até roupas dos alunos de Hogwards e varinhas de diversos modelos. Só achei tudo muito caro.
A ilha seguinte é a The Lost Continent. O grande tridente desta ilha é marcante. Infelizmente, não consegui assistir ao show Poseidon's Fury, que dizem ser muito bom.
Por fim, a ilha Seuss Landing tem todo um chamariz infantil, desde a decoração até as atrações. Fui na "The Cat in the Hat", um carrinho que passa por cenários do desenho tema da ilha. Achei bem bobinho, mas as crianças gostaram.
Mais uma vez, saimos do parque pouco antes das 7hs da noite.
Achamos a refeição nos parques da Universal mais fraca, de modo que apenas lanchamos por ali.
Durante o planejamento da rota que seguiríamos no parque, escolhemos ir pela direita contornando o lago. No entanto, acabamos fazendo o contrário, sem grandes problemas.
Consegui ir a praticamente todas as atrações que queria. Logo na entrada, enquanto minha irmã providenciava o carrinho para o Pedro, fui logo duas vezes na Hollywood Rip Ride Rock It. O diferencial dela em relação às outras montanhas russas é que você escolhe a música que vai tocar durante todo o seu percurso. E o interessante é que, apesar do volume alto, um não escuta o som do passageiro do lado. Outro diferencial dessa montanha russa é que ela inicia a subida na vertical, em 90 graus mesmo! A meu ver, o único problema dela é compartilhado pelas outras montanhas russas da Universal: o suporte de proteção passa ao lado da cabeça e em umas curvas mais radicais, como nos parafusos em looping, a cabeça pode bater nesse suporte, machucando um pouco a orelha.
Voltando um pouquinho na rua, encontrei o pessoal em frente ao "Meu Malvado Favorito" um filme 4D bem legal que assisti com o Pedro. Saindo dali, assistimos todos ao Shrek 4D, outro filme 4D em que você sente até o trotar dos cavalos.
Em seguida, fui com o Pedro na atração Twister, onde ocorre a simulação de um furacão bem na sua frente. Você sente o friozinho, o vento, os pingos de chuva e o desastre ocorrendo a sua volta, enquanto está em pé em uma arquibancada. Achei bem legal e vale para toda a família.
A atração seguinte era o Revenge of the Mummy, uma montanha russa escura baseada no filme "A Múmia". Fui sozinha nessa atração, já que o Pedro não tinha altura para ela. Pensei que seria mais radical ou assustadora. Apesar disso e de não ter quedas ou voltas de cabeça para baixo, foi legal.
Deixei a atração Disaster para o final, já que o tempo de espera era grande e não havia single rider.
Seguimos então para o MIB - Men in Black, onde você embarca em um carrinho com uma arma e tem que acertar o maior número possível de aliens durante o percurso. Fui com o Pedro e ele gostou tanto que repetimos!
A atração seguinte foi "The Simpsons Ride", onde você entra em um simulador, com trechos em que parece que você está em uma montanha russa radical! Essa foi outra atração que o Pedro gostou bastante, principalmente dos trechos de montanha russa. Apesar de ter gostado, eu preferia a versão anterior, com cenários de "Back to the Future". Infelizmente, dela só sobrou o "De Lorem" e o trem do Dr. Doc.
Na atração seguinte, fomos todos no ET Adventure, uma atração light, em que você percorre os cenários do filme, com direito à clássica cena da bicicleta voando na frente da lua.
Por último, assistimos ao show Terminator 2, uma mistura de cinema 4D com teatro. É outra atração legal, mas bem antiga.
Saímos dali pouco antes do show de encerramento, e seguimos para a Orange Blossom, onde passamos na BestBuy, na HHgreg e no Florida Mall.
Assim que chegamos, fui logo na montanha-russa localizada bem na entrada do parque: a Manta! Aliás, foi a que mais gostei dentre todas as que fui nesta viagem. A cadeira tem um sistema de proteção que prende a pessoa em cinco pontos: na cintura, entre as pernas e na altura dos ombros, sendo que a parte dos ombros é um acolchoado, para não machucar nada. Ah! E as pernas também ficam presas! Outra coisa que observei foi que, ao contrário das montanhas-russas na Universal, na Manta não fica nenhuma estrutura ao lado da cabeça, o que evita machucar as orelhas nas curvas mais radicais. Mas então, logo que você é preso à cadeira, ela inclina de modo que você fica olhando para o chão, e parte assim! No trajeto, você passa rente ao lago, espirrando água! Muito boa!
Em seguida, assistimos ao show das baleias orcas Shamu, bem legal.
Saindo dali, a Suzana e a minha mãe foram assistir ao show do leão marinho. Enquanto isso, eu, o Pedro, a Raquel, a Silvia e o Caio fomos ao Journey to Atlantis. O problema é que deu algum problema e ela entrou em manutenção. Nos deram um ticket para voltar mais tarde e furar a fila.
O almoço, que havíamos reservado logo ao chegar ao parque, foi no Shark Underwater Grill. O restaurante temático é cercado por um imenso aquário, e você almoça vendo os peixes e tubarões passeando pelas paredes do aquário. Também comi muito bem ali, embora a refeição do T-rex tivesse sido melhor. Também achei a refeição cara. Logo ao lado, no Shark Encounter, observamos vários peixes e tubarões nos aquários, bem bacanas.
Dali, fomos ao Shamu's Happy Harbor, uma área reservada para crianças, onde uma imensa estrutura de túneis e redes, de uns três andares, faziam a alegria da garotada, que passava correndo de um lado a outro, escalando as redes e percorrendo os caminhos como ratinhos. O problema é que você perde a criança de vista. O Pedro e a Raquel se divertiram muito ali e, depois de um tempo, tiveram que ser resgatados pelo Caio, que teve que entrar naquele labirinto para encontrá-los.
Dali, fomos à atração Wild Artic. Nela você escolhe se quer ir à pé ou de helicóptero e, claro, preferimos a última opção! O helicóptero, na verdade, é um simulador que imita os movimentos e sensações de uma viagem ao pólo ártico, com direito a alguma emoção. Ao chegar lá, quando você acha que o passeio terminou, você percebe que entrou em um mundo de gelo, com paisagens e animais típicos da região, inclusive uma beluga! Gostei muito do passeio!
Outra parada por ali, na mesma área, foi na Shamu Express, uma montanha russa infantil bem legal.
Saímos de lá rumo à Journey to Atlantis. Dessa vez, ela estava funcionando, mas a fila era tão pequena que nem usamos o passe que nos haviam dado. A Journey to Atlantis é uma montanha russa que intercala trechos no trilho e na água. Na última descida, não tem jeito: você se molha.
Ali ao lado fica a outra atração radical do parque: a montanha-russa Kraken, que eu e o Caio enfrentamos! É outra montanha-russa ótima, a mais alta de Orlando e, em seu trajeto, tem até um pequeno túnel. Estava vazia e pudemos repetir o passeio!
Já era próximo ao horário de fechar o parque, mas ainda conseguimos repetir o passeio por Journey of Atlantis. O Pedro, no entanto, não quis ir dessa vez, e ficou com a Silvia.
Enquanto nos divertíamos nas atrações mais radicais do parque, minha mãe e minha irmã preferiram assistir aos shows. De acordo com elas, o show dos golfinhos é fantástico, o melhor dentre os shows. Elas lamentaram nós não termos assistido. Pois é... um dia é pouco!
Outro diferencial são os fastpass, o fura-fila da Disney. Eles são gratuitos. O bilhete emitido indica, além do horário em que deve retornar para a atração, o horário a partir do qual você pode emitir outro fastpass. Nos demais parques, o fura-fila é cobrado! Na Universal, ele é chamado de Express.
Nos parques da Universal, o estacionamento fica em um edifício garagem e você tem que percorrer a citywalk toda até chegar lá. De uma forma ou de outra, um cuidado que é preciso ter em todos os parques é guardar a localização do carro, seja anotando ou tirando uma foto de onde o carro foi estacionado. Muitos carros possuem um "alarme" acionado na chave do carro. Isso faz com que o carro fique buzinando e facilita a identificação do veículo dentre vários outros. O problema é que, no estacionamento da Disney, por exemplo, vários "alarmes" tocavam simultaneamente, indicando que seus donos estavam tentando achá-los!
Fizemos o checkout no Pop Century por volta de 10hs da manhã, e deixamos as malas em consignação no hotel. Seguimos então para Downtown Disney, que está próximo ao hotel e que queríamos conhecer antes de deixar o complexo Disney.
Downtown Disney é um centro comercial, gastronômico e de entretenimento da Disney, mas não são só produtos Disney que você encontra por lá. Tem também uma loja enooooorme de Lego, com vários personagens montados com milhares de pecinhas dentro e fora da loja, nas entradas, com destaque para o monstro do lago ness, os sete anões, o duelo entre cavaleiro e dragão, o hulk e o Buzz Lightyear. Lá dentro, além de encontrar uma grande variedade de Legos, pode-se ainda adquirir pecinhas avulsas, montar e testar algumas combinações em alguns espaços dentro da loja e em uma das entradas.
Logo ao lado fica a maior loja da Disney do mundo. Para minha decepção, no entanto, não encontrei as estatuetas da Disney de que gosto. Sou fã das figures do WDCC (Walt Disney Classic Collection), que são peças de colecionadores, geralmente produzidas em edição limitada e, algumas vezes, numeradas. Como não as encontrei em nenhum lugar do complexo, fui procurar na Internet. Pelo que eu entendi, parece que não fazem mais. Achei uma pena. Outra coisa que percebi foi que tanto a variedade quanto a qualidade das coisas vendidas nas lojas da Disney diminuiu.
Almoçamos no restaurante T-Rex, o que foi uma boa escolha! Foi a melhor refeição que tivemos na viagem. Facilmente identificado pelo imenso esqueleto de dinossauro na entrada, o interessante deste restaurante é que ele é temático, ou seja, toda a decoração segue o tema jurássico, incluindo a iluminação, a trilha sonora e a animação dos dinossauros. Tem também uma pequena área reservada para as crianças "escavarem" ossos de dinossauros. O difícil é tirá-las dali... Ainda que não se almoce lá, vale a pena entrar no restaurante só para ver a decoração.
Pedimos a especialidade da casa, que incluía costela de porco com molho barbecue (a "costela de brontossauro" hehehe) e frango, e vinha acompanhada por salada e batata-frita em formato de pequenas redes, que dava para 2 pessoas. Estava uma delícia! De sobremesa, pedimos outro clássico: Chocolate Extinction. A sobremesa é enorme! Pedimos apenas uma para todos (5 adultos e 2 crianças). A apresentação também era surreal, com um pote no meio de onde saía uma fumaça branca.
Depois do almoço, ainda subimos em um balão fixo. De lá, é possível avistar todos os parques, com exceção do Magic Kingdom, porque o Contemporary Resort fica na frente. Conseguimos avistar a imensa bola simbolizando o mundo do Epcot, a Torre do Terror do Hollywood Studios e o Animal Kingdom. Ali fui eu, o Pedro, a Raquel e o Caio. As crianças adoraram o passeio.
Dali, voltamos ao hotel para pegar as malas e seguimos para o Rosen Inn. Este segundo hotel não tinha a atmosfera mágica nem a decoração impecável do padrão Disney. O quarto era um pouquinho maior, tinha cafeteira e microondas, mas o chuveiro não era tão bom quanto o do Pop Century. Por outro lado, ele está muito bem localizado.
Depois de fazermos o checkin no novo hotel, ainda fomos até o Premium Outlet da International Drive, e acabamos voltando tarde para o hotel.
Enfim, dia 03/02 fomos ao Hollywood Studios. O parque parecer ser o menor dentre os da Disney. Como sempre, tivemos que fazer algumas escolhas e abdicar de alguns brinquedos.
O espetáculo ao vivo do Indiana Jones é uma simulação da gravação do filme, bastante interessante. É bem legal ver o cenário sendo montado, os trabalho dos figurinos e a performance dos atores. É um dos shows mais interessantes do parque.
Outro espetáculo imperdível é o Light, Motors, Action! É outra simulação de um filme de ação, mostrando os truques utilizados nas tomadas com carros, e com direito à aparição do Relâmpago Mcqueen, para o delírio da criançada.
O Star Tours é outra atração legal. É um simulador de uma viagem turbulenta pelo cenário de Guerra nas Estrelas. Nas imediações desta atração rola um treinamento de padawans (pequenos futuros jedis). Infelizmente não conseguimos assisti-lo. Vai ficar para uma próxima vez.
O parque conta ainda com um grande playground para crianças mais novas, em Honey, I Shrunk the Kids. A decoração toda imita o tema do filme, ou seja, é como se nós fossemos reduzidos ao tamanho de um inseto. As crianças adoram!
Outra atração sobre a qual todos falam muito bem é Toy Story Midway Mania. Essa, no entanto, foi adiada para uma nova oportunidade. A fila era de mais de uma hora, e o fastpass já tinha acabado antes do meio dia!
Fomos ainda na nova atração The Legend of Jack Sparrow, mas ficamos decepcionados. Na atração, você vai para uma sala fechada, toda decorada com motivos de Piratas do Caribe, em uma mistura de cenário, animatronics e vídeo, mas você tem que assistir a tudo de pé. E para as crianças verem, somente no colo, o que torna a atraçao mas cansativa para os pais. No final das contas, não gostei.
Em compensação aproveitamos todas as atrações oferecidas na Sunset Boulevard. Asistimos à peça da Bela e a Fera, fui duas vezes na Rock `n Roller Coaster Starring Aerosmith e outras duas vezes - uma com o Pedro - na Twilight Zone Tower of Terror.
Por fim, assistimos ao show de encerramento do parque: o Fantasmic. Em termos de show de encerramento, achei o mais fraco dos parques.
Voltamos ao hotel para aproveitar nossa última noite no Pop Century. A decoração padrão Disney, o funcionamento impecável de tudo - chuveiro, descarga, ar condicionado - , as piscinas aquecidas e atmosfera mágica do lugar garantiram a nossa satisfação com o lugar.