sábado, 1 de fevereiro de 2014

4x4 pelo Circuito de Montanhas da Serra da Mantiqueira

Reservamos o dia 24/01/2014 para um passeio pelo Circuito das Montanhas da Serra da Mantiqueira. Saímos do hotel às 10 hs da manhã, muito por conta do horário do café da manhã nos hotéis de Maringá de Minas e Maringá do Rio, que costuma começar entre 8 e 9hs. No nosso hotel era 8:30.

Depois de muita estrada de chão, chegamos em um vilarejo onde o tempo parece que não passou. Por aqui não existe agência bancária nem caixa eletrônico. Assim, não é difícil imaginar como é o comércio: sempre que possível na base do escambo. Para o que não é possível - sal, açúcar e trigo - dinheiro vivo… já viu, né? O povo aqui ainda guarda dinheiro debaixo do colchão.

Não raro alguém supostamente rico se descobre pobre porque a moeda mudou ou a nota foi tirada de circulação. O Careca contou o caso da senhora que mora na roça e só ia ao vilarejo 2 vezes por mês. Numa dessas, fez a compra de mantimentos e pagou tudo com notas de 1 real, que na época estavam saindo de circulação. Para a sorte dela, a dona do mercado a avisou e disse a ela que trouxesse todas as notas de 1 real para trocar… Quantos não tiveram a mesma sorte e perderam pequenas fortunas porque não tiveram acesso a comunicação… Em boa parte desses lugares não há energia elétrica nem TV ou rádio, e muito menos internet.

O passeio, chamado de Gigantes, é um longo percurso 4x4 por estradinhas de chão em uma área conhecida como Circuito das Montanhas da Serra da Mantiqueira. Começa em Maringá de Minas, localizada a cerca de 1100 metros de altitude e sobe até os 1800 metros, no alto do Mirante da Serra Verde. No percurso, há paradas nas vilas de Mirandão e na de Santo Antônio do Rio Grande, na Fazenda Paiol, onde vendem queijo parmesão, geléias e doce de leite, na Cachoeira 5 Estrelas e no Restaurante da Leila, no Vale das Flores.

O passeio é uma boa opção para conhecer um pouco dessa região e pode ser feito por pessoas de todas as idades e condicionamento físico.

É até interessante ver surgir as vilas - Mirandão e Santo Antônio do Rio Grande -, com calçamento nas ruas e no meio do nada, quando não há nenhuma estrada de asfalto ou paralelepípedo ou algum outro calçamento até ali. Só estrada de terra mesmo. E olha que uns pedaços estão bem ruins! Outra coisa interessante é que todo mundo se conhece na cidade.

Em uma dessas paradas, tive uma prosa com um senhor sobre a tecnologia empregada na criação de trutas! Ele era o dono de uma criação de trutas e estava explicando a dificuldade e a tecnologia necessária para antecipar a desova. Neste processo, as trutas encontram as águas mais quentes do que o normal, então torna-se necessário resfriar a água. Só que aí tem que se ter o cuidado para não contaminar a água… e daí por diante… Já viu né? Ainda tive uma aula ao vivo de Discovery Channel! Bacana! :)

O nosso Land Rover subiu até o alto do Mirante da Serra Verde, de onde se tem uma vista de 360 graus de toda aquela região da Serra da Mantiqueira. O guia me perguntou se a minha câmera tirava fotos de 360 graus, e quando eu disse que sim, ele me perguntou se não gostaria de subir no Land Rover para fazer a panorâmica… DEMOROU!!! É lógico que subi, né?

Durante o passeio também pudemos avistar a Pedra Selada, uma das atrações de ecoturismo da região. Aliás, vale observar que durante a subida de Penedo para Visconde de Mauá, há uma placa na rodovia indicando “Pedra Selada”. No entanto, esta indicação refere-se à Vila da Pedra Selada. A atração de ecoturismo de mesmo nome fica para outro lado, depois de Maringá.

Outra curiosidade que pode ser observada durante o passeio, é a presença de construções com telhado verde, ou seja, com uma gramínea no telhado, no mesmo estilo das encontradas nos países nórdicos e já comentados aqui neste blog.

Ainda fizemos uma parada na Cachoeira 5 Estrelas, bem bonita por sinal.

Já na volta, passamos na fazenda e depois no Restaurante da Leila, com acesso somente por estrada de chão, e por onde já havíamos passado para "encomendar" o almoço.

Vale dizer que enfim chegamos a um lugar onde o $urreal ainda não se fez presente! Nosso almoço acabou sendo só lá pelas 17hs. Comemos filé de peito de frango grelhado, com um acebolado com pimentão, acompanhado de arroz, feijão, farofa, batata-frita e salada de alface, tomate e pepino. Tudo muito bem servido (deu para 3 pessoas). Dividimos uma garrafa de cerveja (garrafa mesmo, não essas long neck). De sobremesa, doce de abóbora com côco (me recuso a seguir o novo acordo ortográfico e não acentuar essa palavrinha). Ah! E ainda tinha pinga à vontade de cortesia! E da boa! Tudo isso por menos de 50 reais! Não, não foi 50 reais por pessoa, a conta TODA foi 50 reais. :)

Durante o almoço, finalmente a chuva nos alcançou. Choveu bem forte, mas apesar disso a volta foi tranquila. Chegamos a nosso hotel lá pelas 19:30, e seguindo a dica do guia, fomos até a operadora de turismo e pegamos o mapa detalhado da região, que o nosso guia Careca ajudou a fazer.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Rumo a Maringá de Minas

No dia seguinte (23/01/2014), cansados do calor insuportável de Penedo, e frustrados com a aparência de cidade fantasma - poucas lojas abertas, ninguém nas ruas, tudo às moscas - resolvemos subir a serra em busca de uma temperatura mais amena. Assim, Maringá de Minas, aí vamos nós…

Seguimos serra acima pela sinuosa rodovia recém inaugurada até Visconde de Mauá, e dali, por outro trecho, que nem inaugurado foi ainda, até Maringá de Minas.

Depois de olhar algumas pousadas, optamos pela Montserrat, muito bem localizada perto da ponte que liga Maringá de Minas à Maringá do Rio. Essa distinção se faz porque no meio de Maringá corre o Rio Preto que atua como divisa entre os estados. Até aqui, o caminho é praticamente todo asfaltado, salvo alguns poucos metros entre as duas Maringás.

Ali também estava quente, embora menos do que em Penedo. Demos uma volta pelas duas Maringás, ligadas por uma ponte de pedestre. Almoçamos no Restaurante Mauro Jr, onde saboreamos uma truta ao pesto com gnocchi ao molho de tomate (molho de verdade mesmo). Uma delícia! À tarde, fomos à Cachoeira Véu de Noiva e ao Poção, e marcamos o passeio dos Gigantes para o dia seguinte.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Parque Nacional de Itatiaia - Visão geral da parte alta

Dia 22/01/2014, resolvemos fazer um passeio pela parte alta do Parnaitatiaia (Parque Nacional de Itatiaia). Contratamos o guia Moacir, um senhor de 68 anos que faz parte do conselho do Parque.

O caminho para a parte alta foi pela Dutra e depois pegando a rodovia BR-354 para a região do Circuito das Águas - São Lourenço, Caxambu, etc - até a localidade conhecida como Garganta do Registro, onde já funcionou um posto fiscal. Dali em diante são mais uns 14 km de estrada de terra até a portaria do parque, conhecido como Posto Marcão.

O percurso foi feito em cerca de 2 horas e meia de viagem. No caminho, fizemos algumas paradas em mirantes para tirar fotos, e chegando lá, é preciso pagar a taxa de visitação do parque (R$ 2,50 para moradores do entorno, R$ 12,50 para brasileiros e R$ 25,00 para estrangeiros).

Neste período do ano - verão - , o caminho da entrada do parque até o Abrigo Rebouças encontra-se interditado aos veículos para preservar a época de reprodução do sapinho flamenguinho, que hoje é o animal símbolo do parque.

Estacionamos o carro ali perto da portaria, uns 300 metros depois. A primeira trilha que pegamos foi a do Morro do Couto (2680 metros). Do seu cume dá para ver as Prateleiras e o Pico das Agulhas Negras. Não chegamos a percorre-la até o fim, mas até o ponto em que tínhamos vista para ambos os lados.

Dali, voltamos até o estacionamento e seguimos, à pé, pela estradinha rumo ao Abrigo Rebouças, parando para fotos aqui e ali, da flora, da fauna e das montanhas. A estradinha está bem ruim, ficamos imaginando que os carros sofrem para passar por ali fora do verão...

Pouco depois de chegarmos ao Abrigo Rebouças, o temporal desabou. Foi o tempo de conhecer o abrigo e fazer uma pausa para o lanche, até que a chuva amainou. No entanto, ficamos receosos da chuva voltar forte novamente e decidimos voltar para o carro.

Durante o passeio, pegamos temperaturas bem mais amenas do que em Penedo. Em determinado momento, a temperatura chegou a 17 graus! Uma delícia para quem já estava cansada do calor escaldante do verão...

Penedo no verão

Saímos do Rio de Janeiro rumo à Penedo, cidadezinha do Rio que fica próximo de São Paulo e Minas Gerais e também conhecida como pequena finlândia.

A ideia inicial era nos hospedarmos na Pousada do Lago. Não fizemos reserva pois não tínhamos tempo de estadia definido. A ideia era viajar no estilo livre, leve e solto. Ok que estamos viajando em pleno janeiro, época de férias escolares, mas também era meio de semana (terça-feira).

No final das contas, a pousada estava “lotada”, de acordo com o recepcionista por conta de hóspedes empresariais. Achamos estranho: que tantos negócios haveria em Penedo???

A resposta não era exatamente Penedo, mas Resende e Porto Real, onde muitas indústrias tem se estabelecido. Não raro, o público empresarial para esses lugares tem se hospedado em Penedo.

De qualquer forma, era tudo muito estranho: hotéis cheios, ruas vazias, cenário de cidade fantasma.

Depois de visitar cerca de 7 hotéis, finalmente encontramos um que nos agradou: o Hotel Primavera. O hotel mais parece uma pousada. Não é uma brastemp, nada de mais, mas achamos o preço mais justo do que em outras pousadas por onde passamos.

Fato é que pudemos constatar que o efeito $urreal (tudo caro) não atingiu somente a cidade do Rio, ele tem se irradiado para outras regiões do estado e, provavelmente, do país.

Penedo, durante a semana, é muito estranha. Poucas lojas abrem, não possui nenhum - isso mesmo, nenhum - banco e não vimos nenhum caixa eletrônico disponível para sacar dinheiro (disseram que haveria 2, mas nenhum ali no centro turístico). E preços caros. Meio decepcionante.

Para piorar, o tempo estava quente, muito quente! E para aliviar um pouco o calor, a saída foi aproveitar a piscina do hotel e depois se esconder no quarto do hotel com o ar condicionado ligado.

domingo, 20 de outubro de 2013

As músicas da viagem

Em uma viagem de tantos dias, algumas músicas roubam a cena. De artistas de rua a um coro do grupo, aqui vai uma breve (bem breve mesmo) seleção de algumas músicas que nos envolveram durante a viagem.

Artistas de rua: Viva la vida

Andando pelas ruas de Copenhague, nos deparamos com esta artista de rua tocando violão. Não chega a ter o padrão dos tenores de Bergen, mas gostei da interpretação, apesar de algumas engasgadas.

Fado não!

Em determinado momento da excursão, nossa guia perguntou se gostávamos de Fado. E recebeu um sonoro não do grupo. Ninguém estava muito inclinado a ouvir um estilo de música que é um lamento só… Mas acho que a nossa guia adora fado, já que passaram-se alguns dias para que ela não resistisse e nos empurrasse o fado… O pessoal chiou e ele não durou muito…

"Garota de Ipanema" no piano com coro do Grupo Escandinávia

À bordo do navio Silja, na travessia Estocolmo - Helsinki, o grupo jantou junto e emendou um passeio pelo salão comodoro, um grande espaço com as lojinhas do duty free na lateral. Tinha uma moça ao piano ali e pedimos a ela que tocasse "Garota de Ipanema". Dizem que é a música brasileira mais conhecida no exterior (e mais tocada do que Yesterday), então era maior a probabilidade dela saber tocá-la e/ou de ter a partitura da música ali. Confiram...

Em breve… o cordel do more-more

O Lourival, o cirurgião-músico-fotógrafo, nos prometeu um cordel do more-more (o problema que os baianos enfrentaram com o whisky e relatado no post "As aventuras da baianada"). Assim que ele disponibilizar, eu coloco aqui!

sábado, 12 de outubro de 2013

As aventuras da baianada! :)

Eu cheguei a comentar com alguns que, quando terminasse a viagem, faria alguns posts sobre algumas coisas que ficaram de fora nos posts do dia, seja porque não lembrei do ocorrido na hora ou porque não tinha detalhes suficientes naquele momento.

Pois bem, chegou a hora de contar algumas das aventuras dos nossos queridos amigos de viagem baianos, 2 casais que estavam sempre de alto astral e nos renderam boas risadas com suas confusões.

Uma delas, a dos casacos pendurados pela etiqueta no Teatro Mariinski, eu já contei aqui. Agora é a hora de contar sobre dois outros eventos que eles protagonizaram.

macdonaldsO primeiro deles foi no dia da chegada a Oslo. Era noite, estava chuviscando e fazia um frio de -1˚C. O desafio era comer alguma coisa, já que estavam com fome. Note que na Noruega tudo é caro, e não é diferente com a comida. Assim, a decisão acabou sendo por um lanche. Depois de passarem sem sucesso por algumas outras lanchonetes, acabaram se deparando com um Mac Donalds, que até então nem era considerado elegível para comer algo.

Bem, enquanto as mulheres iam ao toilette, os homens ficaram com a responsabilidade de comprar o lanche e, ao reencontrarem suas esposas, disseram que haviam economizado 1 coroa, já que custa menos para comer do lado de fora. Comer do lado de fora? Ao ar livre? Em um frio de -1˚C? Chuviscando?

No final das contas, as mulheres se rebelaram e se recusaram a ir para fora, e ninguém do Mac Donalds reclamou. Acho que ficaram com pena delas. Detalhe: sabe quanto custa 1 coroa norueguesa? Menos de 50 centavos de real! rsrsrs :D

whiskyEm outra ocasião, agora na Suécia, eles estavam acompanhados por outro casal de amigos de viagem, de Pernambuco, quando foram jantar em um restaurante. Como não tinha lugar vago, todos ficaram no bar, aguardando mesa. Olhando o cardápio, viram o whisky custando algo como 22 sek/d. E os nossos amigos logo deduziram que a dose do whisky custava 22 coroas. Então, um falou para o outro que a dose do whisky estava muito barata e então começaram a beber whisky. O barman gesticulou se devia colocar mais, e como a garrafa já estava no fim, eles entenderam que era o "chorinho"... E disseram: "more, more....". O barman trouxe outra garrafa e eles emendaram as doses... até que uma de nossas heroínas alertou: "Pessoal, parem de beber, porque eu acho que vocês se enganaram. O "d" não é de dose, mas de decilitro!"

copo_whiskyJá imaginou, né? A esta altura do campeonato, os baianos já haviam consumido 6 doses cada um! Questionados sobre quantos decilitros tinham em uma dose, os atendentes disseram que uma dose continha em torno de 4 a 6 decilitros! A conta veio bem salgada e por sorte eles conseguiram um desconto argumentando que não havia sido feita nenhuma medição para garantir se tinha 4 ou 6 decilitros. De uma forma ou de outra, pelas risadinhas dos atendentes e do barman, ficou claro que estes perceberam a confusão dos brasileiros e não falaram nada, o que eu, particularmente, considero má-fé...

Então fica a dica: Não é só no Brasil que existem espertinhos! E cuidado com a indicação de dosagem das bebidas. É melhor perguntar antes e ter bem claro ao que corresponde o valor impresso no cardápio do que ser surpreendido por contas astronômicas.

Ah! E pensam que a conta salgada se resumiu ao whisky? As mulheres novamente ficaram revoltadas com a confusão dos homens e impuseram uma prenda: cada um teve que pagar um casaco novo para sua esposa. Sem reclamar! :)

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Último dia em Moscou e a volta para casa

Nosso último dia em Moscou amanheceu bem cinzento, com cara de chuva. Passamos boa parte da manhã fazendo milagre para colocar tudo nas malas, selecionar o que iria em mala de mão e o que seria despachado.

Como nosso transfer para o aeroporto estava marcado somente para as 15:30, resolvemos fazer logo o checkout e sair para passear ou para procurar as encomendas que faltavam. Passeamos por algumas lojas das redondezas, mas acabamos mesmo foi indo novamente para o centro. Ali descobrimos o enorme e luxuoso shopping existente embaixo da terra, com acesso pelo metrô.

Exploramos um pouco mais aquela área, mas infelizmente a Praça Vermelha continuava interditada. Achamos outras barraquinhas de artesanato e ainda regateamos umas lembrancinhas em uma delas. Ainda tínhamos alguns rublos para queimar!

Finalmente voltamos ao hotel e almoçamos ali mesmo, no bar do hotel. Moscou tem mais de um aeroporto internacional e disseram que o nosso, o SHEREMETYEVO, não ficava tão longe. Só demorou cerca de 1 hora até lá!!!

O checkin, o drop-off das malas, a passagem pelo raio-x e pela imigração foram tranquilos, mas a moça da imigração tinha a maior cara de mal-encarada! Acho que isso é próprio dos russos mesmo... Como dizia a camarada Irina, o Kremlin não precisa de turistas, são os turistas que precisam do Kremlin!

Bem, de qualquer forma, deu tudo certo. Nossa conexão de 2 horas foi no Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, e confesso que me senti em casa quando cheguei ali! E para quem fala que os franceses não gostam de turistas, só nos deparamos com sorrisos e gentilezas! :)

Ah! Dessa vez gostei um pouquinho mais do avião que pegamos na rota Paris - Rio. Não que a viagem de avião tenha sido confortável, porque nunca é na ralé-class. Era um monstro, um jumbo 747 de 2 andares, mas eles agora tem umas cadeiras com encosto mais fino que parece dar mais 1 ou 2 centímetros de espaço para as pernas, parece reclinar um pingo a mais e o descanso de braço podia ser todo levantado dando um pinguinho de mais espaço. Mas o que eu gostei mesmo foi do novo sistema de entretenimento. A telinha também fica na cadeira da frente, mas é maior, touch screen, e o software é bem melhor, com uma maior variedade de filmes e outras atrações. Tinha até uma entrada para USB, mas não usei. Não tem mais aquele controle horroroso que ficava no descanso de braço.

Em compensação, a comida dessa vez foi muito ruim. :( Tanto no jantar quanto no café da manhã. O que salvou foram os cookies da madrugada, disponíveis na "cozinha" do avião... :)

É a viagem acabou e o dia seguinte seria de trabalho! Isso mesmo, chegar em casa, tomar um banho e sair novamente para o trabalho. Mas isso já é a rotina.

Até a próxima viagem!