O caminho para a parte alta foi pela Dutra e depois pegando a rodovia BR-354 para a região do Circuito das Águas - São Lourenço, Caxambu, etc - até a localidade conhecida como Garganta do Registro, onde já funcionou um posto fiscal. Dali em diante são mais uns 14 km de estrada de terra até a portaria do parque, conhecido como Posto Marcão.
O percurso foi feito em cerca de 2 horas e meia de viagem. No caminho, fizemos algumas paradas em mirantes para tirar fotos, e chegando lá, é preciso pagar a taxa de visitação do parque (R$ 2,50 para moradores do entorno, R$ 12,50 para brasileiros e R$ 25,00 para estrangeiros).
Neste período do ano - verão - , o caminho da entrada do parque até o Abrigo Rebouças encontra-se interditado aos veículos para preservar a época de reprodução do sapinho flamenguinho, que hoje é o animal símbolo do parque.
Estacionamos o carro ali perto da portaria, uns 300 metros depois. A primeira trilha que pegamos foi a do Morro do Couto (2680 metros). Do seu cume dá para ver as Prateleiras e o Pico das Agulhas Negras. Não chegamos a percorre-la até o fim, mas até o ponto em que tínhamos vista para ambos os lados.
Dali, voltamos até o estacionamento e seguimos, à pé, pela estradinha rumo ao Abrigo Rebouças, parando para fotos aqui e ali, da flora, da fauna e das montanhas. A estradinha está bem ruim, ficamos imaginando que os carros sofrem para passar por ali fora do verão...
Pouco depois de chegarmos ao Abrigo Rebouças, o temporal desabou. Foi o tempo de conhecer o abrigo e fazer uma pausa para o lanche, até que a chuva amainou. No entanto, ficamos receosos da chuva voltar forte novamente e decidimos voltar para o carro.
Durante o passeio, pegamos temperaturas bem mais amenas do que em Penedo. Em determinado momento, a temperatura chegou a 17 graus! Uma delícia para quem já estava cansada do calor escaldante do verão...
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