E por falar da terra dos Azzurri, vale alguns comentários sobre a comida na Bella Italia! Como já era de se esperar, comemos muita massa na Itália! E nenhum garçom reclamou de pedirmos mais queijo parmezão! :) O tagliatelli al ragu que experimentei em Bologna - ragu é o molho a bolognesa das cantinas italianas - estava gostoso, mas o gnocchi ao molho gorgonzola que eu comi no último dia da viagem estava simplesmente divino! Sobre as pizzas, podemos até fazer melhor, mas aqui no Rio peca-se pela falta do molho de tomate, que aliás, é outra coisa por lá... é de verdade e muito bom! Em Cinque Terre, o peixe saboreado era fantástico e a tábua de carnes que comemos na chegada à Roma também estava ótima. Se engordei? Não. Emagreci! O segredo está nas caminhadas, muitas caminhadas, subindo e descendo os morros das cidades e sempre correndo para não perder nada e aproveitar a viagem ao máximo... :)
sábado, 11 de junho de 2011
Azzurri!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Outras dicas e curiosidades sobre Malta
E por falar em água, este é um problema sério para os malteses. A água potável, em geral, é obtida através da dessalinização da água do Mar Mediterrâneo. Além disso, quase todas as casas tem sisterna e sistema de captação de chuvas, apesar de quase não chover por lá.
O isolamento natural a que Malta está submetida traz uma consequência positiva a seus moradores: a sensação de segurança ali é tal que não é raro encontrar a chave na porta das casas, principalmente na ilha de Gozo.
Já falei sobre vários dos passeios nos relatos do dia, mas vale observar que pelo menos um passeio ficou faltando em nossa viagem à Malta... não fomos à Lagoa azul, na Ilha de Comino. O lugar, um dos cartões postais da ilha, é belíssimo.
Outro detalhe que não cheguei a comentar foi que, na chegada ao hotel em Malta, nos foi oferecido a bebida local tradicional: o Kinnie. Para nós brasileiros, parece um refrigerante. Gostei.
E em falando do hotel de Malta, o The Palace, adorei a piscina com borda infinita do 9º andar e a interna e aquecida do 7º!
Para aqueles que tem filho, sobrinho ou neto que goste de playmobil, Malta é o lugar ideal para comprar alguns desses brinquedinhos! Uma das fábricas fica lá, no setor industrial, e os preços são tão mais baratos que aqui no Brasil que nem dá para comparar. Como achar uma loja de brinquedos aberta em meio a tantos passeios no pouco tempo que temos em Malta é meio difícil, fica aqui a dica: tem uma loja do Playmobil no free shop (departure). No embarque, logo depois de passar pelo raio-x, você sai praticamente dentro de uma loja do free shop. Saindo dessa loja, é a primeira à esquerda, em frente ao Gate 5.
Ah! E sobre a segunda maior ilha habitada de Malta... "Quem nasce em Gozo não é gozado nem gozador, é gozitano!" :)
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Lar, doce lar
A alfândega também foi bem tranquila: entregamos o "Nada a declarar" e passamos direto. Seguimos para o check-in da TAM e despachamos, além das malas, uma caixa de bebidas que compramos no duty free. Apesar de ser um vôo São Paulo - Rio, tínhamos direito à franquia de bagagem de vôo internacional, já que vínhamos de Roma. Levamos conosco os brinquedos comprados em Malta, os eletrônicos adquiridos em Andorra, o netbook e os casacos.
Já no Rio, apesar de desembarcarmos no terminado internacional, não podíamos comprar nada no duty free, pois já havíamos feito a alfândega em São Paulo. Da mesma forma, ao passar pela alfândega do Rio, bastou apenas informar que já a havíamos feito em São Paulo. Resumindo, tudo ocorreu muito bem na chegada, mas ficou a sensação de que poderia ter sido mais tranquilo ainda se houvesse a possibilidade de fazer a alfândega no Rio de Janeiro ao invés de em São Paulo.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Ariverci, Roma!
Já próximos à Piazza le Napoleone, assistimos ao treinamento de um grupo de guarda montada e entramos em um barzinho estilizado, em forma de quiosque, ali no parque mesmo. Depois de um chopp, apreciamos a vista no belvedere e seguimos nosso caminho até a Piazza di Popolo, ali pertinho. Dali, seguimos pela Via di Corso passando pelas lojas de grife - boas para olhar e ver as modas, mas impraticáveis - até as escadarias da Piazza di Spagna.
Pegamos o metrô ali na estação Spagna e saltamos no Termini, a estação de trem de Roma que fica próxima ao nosso hotel. Após visitarmos uma livraria ali no terminal, almoçamos em um restaurante da Via Cavour e retornamos ao hotel para descansar um pouco.
Já havíamos feito o check-out antes de sair do hotel, já que tínhamos que entregar o quarto até as 11hs, mas deixamos as malas guardadas lá.Como nosso transfer só passaria por lá às 18hs, retornei ao Coliseu para uma última olhada. Desta vez, deixei meus companheiros de viagem descansando e fui sozinha. Havia uma manifestação bem em frente ao símbolo de Roma, que tumultuava o trânsito e deixava tudo confuso por ali. Não fiquei lá muito tempo. Retornei logo ao hotel, o que provou ter sido uma decisão acertada, já que nosso transfer antecipou a vinda por conta do trânsito confuso do horário do hush.
domingo, 29 de maio de 2011
Roma em 1 dia
Dali, seguimos até o Monumento a Vittorio Emanuele II, passando pelo Mercati e outras ruínas no caminho. Dali, fomos almoçar próximo à Area Sacra, para onde nos dirigimos depois, antes de seguir para o Pantheon e para a Pizza Navona. Chegamos a pensar em visitar a Embaixada Brasileira, mas estava fechada, já que era domingo.
Depois, atravessamos a Ponte Sant'Angelo, que nos levou até o Castelo de mesmo nome, e dali continuamos o passeio até a Basílica de São Pedro, no Vaticano. Atualmente, para entrar na Basílica, é preciso passar antes pelo raio-x, o que acaba gerando uma enorme fila de acesso. Também não percebi a entrada para a cúpula e quando enfim fomos procurá-la, o horário de subida já havia se encerrado. :( Outra coisa que percebemos, não só ali, mas em outro lugares também, é que pelo fato de ser domingo, e o último do mês, estava tudo muito cheio. Para voltar, pegamos o Metro na estação Ottaviano e voltamos para o hotel.
sábado, 28 de maio de 2011
As Ruínas de Pompéia
Bem... A parte do tour por Nápoles foi inexpressiva. Todo o percurso foi feito dentro do ônibus e a única parada foi de apenas dez minutos para tirar uma ou duas fotos. Em seguida, nos levaram para uma loja de camafeus e corais. Ficamos lá por uma meia hora. Estava no programa, mas achamos totalmente dispensável.
A melhor parte do tour foi o almoço incluído, já em Pompéia. O primeiro prato era sopa ou spaghetti ao sugo. Escolhemos a segunda opção. O segundo prato foi um "rosbife" de porco acompanhado de batatas à dorê com um molho de pimentão por cima. Por último, de sobremese, salada de frutas. Tudo muito bom. A bebida não estava incluída, de forma que nós cinco optamos por uma garrafa de vinho Syrah da Sicília e água.
Após o almoço, entramos enfim no mundo de Pompéia. Nosso passeio pelas ruínas durou cerca de 3 hrs, mas poderia ter sido muito melhor aproveitado se tivéssemos recebido o mapa do lugar e se houvesse um guia específico para cada idioma - como ele tinha que repetir as explicações, demorava mais, omitia algumas informações e acabava por dispersar o grupo. Além disso, não tínhamos a liberdade de explorar as escavações. Ainda assim, vimos bastante coisa por lá.
Chegamos à Roma por volta das 8hs da noite e terminamos a noite com pizza e um bom vinho.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Revivendo Roma
Na chegada à Roma, o senhor responsável pelo nosso transfer até o hotel nos esperava na área de desembarque, e o encontramos sem dificuldade. Até o hotel, foram-se cerca de 45 minutos, e chegamos lá por volta de 17 horas.
Após nossa chegada, deixamos as coisas no hotel e seguimos para um passeio pelas redondezas. Visitamos a Basílica de Santa Maria Maggiore, saboreamos um mix de carnes com batata à dorê em um restaurante ali perto, e ainda caminhamos até a Fontana de Trevi, que surpreendeu pela quantidade de pessoas visitando-a.
