quarta-feira, 31 de julho de 2013

Um rápido passeio pelos vinhedos

Vinhedos adormecidos
Vinhedos adormecidos
No domingo, saímos logo depois do café da manhã em direção à região das vinícolas. Nossa primeira visita foi à Dal Pizzol, que também fabrica o vinho "Do Lugar". Provei 3 vinhos e 1 espumante:
- Dal Pizzol 200 anos Touriga Nacional 2011
- Dal Pizzol Ancellotta 2009 (mais encorpado)
- Do Lugar Merlot Cabernet 2010
- Espumante Dal Pizzol Brut Rose 2011 (muito bom!)

Vinhedos adormecidos
Vinhedos adormecidos
Dali, seguimos para a Via Trento, no Vale dos Vinhedos, onde fizemos a degustação na Dom Cândido e na Valduga, uma localizada ao lado da outra.

Como planejado, almoçamos no Restaurante Maria Valduga. O lugar serve menu único, composto por sopa de capeletti de entrada, diversas massas saborosas, costelinha de porco e sobrecoxa de frango como prato principal - servidos em esquema de rodízio -, e pudim de leite de sobremesa. Deliciosa a comida, valeu os R$ 52,00 por pessoa pelo menu.

Depois do almoço, queríamos visitar a Domno, do grupo Valduga, só que mais especializada em espumantes e com outra proposta. No entanto, a vinícola estava fechada, e só abre durante a semana. Uma pena.

Vinhedos adormecidos
Vinhedos adormecidos
Dali seguimos para a Peterlongo, onde degustamos os espumantes e... os cremes! Ao contrário das demais vinícolas visitadas, a Peterlongo cobra 10 reais pela degustação, que podem ser abatidos de compras. Provei quatro espumantes:
- Peterlongo Elegance Branco Brut (método Champenoise)
- Peterlongo Presence Moscatel Rose
- Peterlongo Presence Moscatel Branco
- Peterlongo must Branco (sem álcool!)

Gostei muito dos espumantes Presence da Peterlongo. Mas o que nos chamou a atenção foram os cremes a base de uva. Um deles, ao passar na pele, dava a sensação de que estava passando espumante sobre a pele!

Ao deixarmos a Peterlongo, tivemos uma surpresa desagradável: o carro alugado enguiçou - não passava a marcha. Tivemos que acionar a Unidas, que mandou o reboque e um táxi para nos levar de volta à Gramado.

No meio do trajeto de uma cidade para outra, nova mudança nos planos: o rapaz que havia nos entregado o carro ligou e falou para o taxista nos levar para o Aeroporto de Caxias do Sul, onde pegaríamos outro carro. E lá fomos nós.

Desta vez, pelo menos, nos deram um Voyage novo com apenas 22km rodados. E encaramos mais uma vez a estrada para Gramado à noite...

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